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	<title>Wiki - User contributions [en]</title>
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		<title>Papa Pio VII</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;Papa Pio VII  Pio VII, nascido Barnaba Chiaramonti O.S.B. (Cesena 14 de Agosto de 1742 - Roma 20 de Agosto de 1823) foi Papa de 14 …&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_PioVII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Pio VII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pio VII, nascido Barnaba Chiaramonti O.S.B. (Cesena 14 de Agosto de 1742 - Roma 20 de Agosto de 1823) foi Papa de 14 de Março de 1800 até à data da sua morte. Famoso por sua luta contra às ambições imperiais de Napoleão. De família aristocrática, ingressou na ordem beneditina com o nome Gregório. Nomeado bispo e cardeal de Imola (1758) pelo já então papa Pio VI, foi eleito como novo pontífice em 1800, em Veneza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pio VII tornou-se memorável pela luta contra Napoleão Bonaparte. Compreendeu Napoleão que era necessário para a França um retorno seguro para a religião. Com este propósito, em 1802 concertou com o Papa uma Concordata, prejudicial ao estado pontifício, pelos dolorosos &amp;quot;artigos orgânicos&amp;quot;. Em 1804, Pio VII foi &amp;quot;convidado&amp;quot; a coroar Napoleão Imperador dos Franceses. Mas diante da soberba de Napoleão, foi este mesmo que se autocoroou Imperador, apesar da presença do Pontífice, que viajou até Paris na esperança de apagar os vestígios da impiedade revolucionária. Mas Napoleão não estava satisfeito em sua ironia e soberba. Ele pretendeu dominar a Igreja Católica como o fez com outros países: nomeou bispos, fez religiosos jurarem fidelidade à coroa e pretendeu manipular o próprio Papa, levando-o à aderir a sua política de alianças e de guerras. Ante a natural recusa de Pio VII, Napoleão ocupou os Estados Pontifícios, prendeu Pio VII e seu secretário, o hábil cardeal Consalvi. O Papa esteve aprisionado em Savona e depois em Fontainebleau, só podendo regressar a Roma em 1814. No congresso de Viena (1814-15), os Estados Papais foram restaurados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já em Roma, restabeleceu a Companhia de Jesus. Fortaleceu as alianças com os demais soberanos &amp;quot;restaurados&amp;quot; e vencedores que emergiram da campanha de Waterloo, intercedeu pelo povo francês que sofreu horrores com as guerras de seu antigo Imperador e apelou por uma &amp;quot;política de alianças&amp;quot; que amenizasse a fadiga que toda a Europa atravessou pelas guerras intempestivas e impedisse que outros &amp;quot;Napoleões&amp;quot; aparecessem e tomassem o poder. Faleceu em 20 de Agosto de 1823, após mais de vinte e três anos de um importante pontificado cheio de eventos. Os movimentos de independência da América do Sul coincidem com seu pontificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo os historiadores, com a morte do Papa Pio VI em pleno período da Revolução Francesa muitos julgariam que se sepultara para sempre o Pontificado. No entanto, desafiando a todas as expectativas negativas da sociedade da época, os cardeais reunidos em conclave para eleger o seu sucessor fizeram cumprir o que este deixara determinado: a reunião foi em Veneza e elegeu-se Beneditino Chiaramonti.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
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		<title>File:Papa PioVII.jpg</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Papa Pio VI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Pio_VI.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Pio VI, nascido Giovanni Angelo Braschi, (Cesena, 25 de dezembro de 1717 — Valença, 29 de agosto de 1799) foi papa de 15 de fevereiro de 1775 até à sua morte. Completara 57 anos ao ser eleito com o nome de Pio VI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formara-se advogado aos 17 anos. Aos 38 era ordenado sacerdote. Em 1773 Clemente XIV criara-o Cardeal. Eleito Papa, foi coroado em 22 de fevereiro de 1775. A paz dos anos iniciais do seu pontificado permitiu-lhe realizar obras de utilidade pública e de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reorganizou museus. Saneou os pântanos pontinos, causa de febres malignas. Sofreu com a intromissão de alguns soberanos em assuntos da Igreja. José II da Áustria, por exemplo, passou à História alcunhado de o rei sacristão, por perseguir conventos e religiosos, sob o manto de proteção. Numa tentativa de modificar o ânimo desse príncipe, empreendeu até Viena uma viagem, apostólica e triunfal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco conseguiu das Cortes, mas sobre estas desabou a violência da Revolução Francesa. Tombaram os tronos, expulsaram-se ministros omnipotentes, caíram cabeças de nobres e de revolucionários. A razão, representada por uma mulher revolucionária entronizada no altar mor da catedral de Notre Dame, cedia seu &amp;quot;império&amp;quot; à revolucionária guilhotina. Contestavam-se diversos princípios religiosos, havendo forte tendência ateísta. Foram imolados o rei Luís XVI de França, a nobre Maria Antonieta, o poeta André Chenier, o sábio Lavoisier, príncipes, bispos, sacerdotes, nobres e burgueses, e outros milhares de franceses (e por último a maioria dos chefes da Revolução: Danton, Murat, Robespierre, Hébert, Valmy, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão, Pio VI escreveu a 10 de Março de 1791: &amp;quot;Há alguma coisa mais disparatada do que declarar uma tal igualdade e liberdade para todos ?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Morte de Pio VI em Valença do Ródano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das mais ilustres vítimas foi também Pio VI. Em 1796, tropas da República Francesa sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, em um motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, o General Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-2morte.jpg|200px|thumb|right|Leito de morte do Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como recusou, o Papa foi feito prisioneiro, e em 20 de fevereiro foi escoltado do Vaticano para Siena, e de lá para Certosa, cidade próxima a Florença. A declaração francesa de guerra contra Toscano levou a remoção do líder da igreja (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, o Marques de Labrador) pelo caminho de Parma, Piacenza, Turin e Grenoble para a cidadela de Valença onde ele morreu seis meses depois de sua chegada, em 29 de agosto de 1799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A viagem do cidadão-papa, como o chamavam os franceses, que levaram brutalmente através da Itália, foi longa e penosa onde morreu em 29 de agosto de 1799. Perdoou os seus algozes. Superara os 81 anos de idade e os 24 de pontificado, o mais longo até então depois de São Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-3Tumulo.jpg‎|200px|thumb|right|Túmulo de Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus restos mortais foram levados e depositados na Cripta da Basílica de São Pedro no Vaticano em meados do século XX a mando do Papa Pio XII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
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		<title>Papa Pio VI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Pio_VI.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Pio VI, nascido Giovanni Angelo Braschi, (Cesena, 25 de dezembro de 1717 — Valença, 29 de agosto de 1799) foi papa de 15 de fevereiro de 1775 até à sua morte. Completara 57 anos ao ser eleito com o nome de Pio VI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formara-se advogado aos 17 anos. Aos 38 era ordenado sacerdote. Em 1773 Clemente XIV criara-o Cardeal. Eleito Papa, foi coroado em 22 de fevereiro de 1775. A paz dos anos iniciais do seu pontificado permitiu-lhe realizar obras de utilidade pública e de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reorganizou museus. Saneou os pântanos pontinos, causa de febres malignas. Sofreu com a intromissão de alguns soberanos em assuntos da Igreja. José II da Áustria, por exemplo, passou à História alcunhado de o rei sacristão, por perseguir conventos e religiosos, sob o manto de proteção. Numa tentativa de modificar o ânimo desse príncipe, empreendeu até Viena uma viagem, apostólica e triunfal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco conseguiu das Cortes, mas sobre estas desabou a violência da Revolução Francesa. Tombaram os tronos, expulsaram-se ministros omnipotentes, caíram cabeças de nobres e de revolucionários. A razão, representada por uma mulher revolucionária entronizada no altar mor da catedral de Notre Dame, cedia seu &amp;quot;império&amp;quot; à revolucionária guilhotina. Contestavam-se diversos princípios religiosos, havendo forte tendência ateísta. Foram imolados o rei Luís XVI de França, a nobre Maria Antonieta, o poeta André Chenier, o sábio Lavoisier, príncipes, bispos, sacerdotes, nobres e burgueses, e outros milhares de franceses (e por último a maioria dos chefes da Revolução: Danton, Murat, Robespierre, Hébert, Valmy, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão, Pio VI escreveu a 10 de Março de 1791: &amp;quot;Há alguma coisa mais disparatada do que declarar uma tal igualdade e liberdade para todos ?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Morte de Pio VI em Valença do Ródano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das mais ilustres vítimas foi também Pio VI. Em 1796, tropas da República Francesa sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, em um motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, o General Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-2morte.jpg|200px|thumb|left|Leito de morte do Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como recusou, o Papa foi feito prisioneiro, e em 20 de fevereiro foi escoltado do Vaticano para Siena, e de lá para Certosa, cidade próxima a Florença. A declaração francesa de guerra contra Toscano levou a remoção do líder da igreja (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, o Marques de Labrador) pelo caminho de Parma, Piacenza, Turin e Grenoble para a cidadela de Valença onde ele morreu seis meses depois de sua chegada, em 29 de agosto de 1799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A viagem do cidadão-papa, como o chamavam os franceses, que levaram brutalmente através da Itália, foi longa e penosa onde morreu em 29 de agosto de 1799. Perdoou os seus algozes. Superara os 81 anos de idade e os 24 de pontificado, o mais longo até então depois de São Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-3Tumulo.jpg‎|200px|thumb|right|Túmulo de Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus restos mortais foram levados e depositados na Cripta da Basílica de São Pedro no Vaticano em meados do século XX a mando do Papa Pio XII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Pio_VI.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Pio VI, nascido Giovanni Angelo Braschi, (Cesena, 25 de dezembro de 1717 — Valença, 29 de agosto de 1799) foi papa de 15 de fevereiro de 1775 até à sua morte. Completara 57 anos ao ser eleito com o nome de Pio VI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formara-se advogado aos 17 anos. Aos 38 era ordenado sacerdote. Em 1773 Clemente XIV criara-o Cardeal. Eleito Papa, foi coroado em 22 de fevereiro de 1775. A paz dos anos iniciais do seu pontificado permitiu-lhe realizar obras de utilidade pública e de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reorganizou museus. Saneou os pântanos pontinos, causa de febres malignas. Sofreu com a intromissão de alguns soberanos em assuntos da Igreja. José II da Áustria, por exemplo, passou à História alcunhado de o rei sacristão, por perseguir conventos e religiosos, sob o manto de proteção. Numa tentativa de modificar o ânimo desse príncipe, empreendeu até Viena uma viagem, apostólica e triunfal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco conseguiu das Cortes, mas sobre estas desabou a violência da Revolução Francesa. Tombaram os tronos, expulsaram-se ministros omnipotentes, caíram cabeças de nobres e de revolucionários. A razão, representada por uma mulher revolucionária entronizada no altar mor da catedral de Notre Dame, cedia seu &amp;quot;império&amp;quot; à revolucionária guilhotina. Contestavam-se diversos princípios religiosos, havendo forte tendência ateísta. Foram imolados o rei Luís XVI de França, a nobre Maria Antonieta, o poeta André Chenier, o sábio Lavoisier, príncipes, bispos, sacerdotes, nobres e burgueses, e outros milhares de franceses (e por último a maioria dos chefes da Revolução: Danton, Murat, Robespierre, Hébert, Valmy, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão, Pio VI escreveu a 10 de Março de 1791: &amp;quot;Há alguma coisa mais disparatada do que declarar uma tal igualdade e liberdade para todos ?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Morte de Pio VI em Valença do Ródano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das mais ilustres vítimas foi também Pio VI. Em 1796, tropas da República Francesa sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, em um motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, o General Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como recusou, o Papa foi feito prisioneiro, e em 20 de fevereiro foi escoltado do Vaticano para Siena, e de lá para Certosa, cidade próxima a Florença. A declaração francesa de guerra contra Toscano levou a remoção do líder da igreja (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, o Marques de Labrador) pelo caminho de Parma, Piacenza, Turin e Grenoble para a cidadela de Valença onde ele morreu seis meses depois de sua chegada, em 29 de agosto de 1799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-2morte.jpg|200px|thumb|right|Leito de morte do Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A viagem do cidadão-papa, como o chamavam os franceses, que levaram brutalmente através da Itália, foi longa e penosa onde morreu em 29 de agosto de 1799. Perdoou os seus algozes. Superara os 81 anos de idade e os 24 de pontificado, o mais longo até então depois de São Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-3Tumulo.jpg‎|200px|thumb|center|Túmulo de Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus restos mortais foram levados e depositados na Cripta da Basílica de São Pedro no Vaticano em meados do século XX a mando do Papa Pio XII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>Papa Pio VI</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039; Papa Pio VI  Papa Pio VI, nascido Giovanni Angelo Braschi, (Cesena, 25 de dezembro de 1717 — Valença, 29 de agosto de 1799) foi…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[image:Papa_Pio_VI.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Pio VI, nascido Giovanni Angelo Braschi, (Cesena, 25 de dezembro de 1717 — Valença, 29 de agosto de 1799) foi papa de 15 de fevereiro de 1775 até à sua morte. Completara 57 anos ao ser eleito com o nome de Pio VI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Formara-se advogado aos 17 anos. Aos 38 era ordenado sacerdote. Em 1773 Clemente XIV criara-o Cardeal. Eleito Papa, foi coroado em 22 de fevereiro de 1775. A paz dos anos iniciais do seu pontificado permitiu-lhe realizar obras de utilidade pública e de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reorganizou museus. Saneou os pântanos pontinos, causa de febres malignas. Sofreu com a intromissão de alguns soberanos em assuntos da Igreja. José II da Áustria, por exemplo, passou à História alcunhado de o rei sacristão, por perseguir conventos e religiosos, sob o manto de proteção. Numa tentativa de modificar o ânimo desse príncipe, empreendeu até Viena uma viagem, apostólica e triunfal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco conseguiu das Cortes, mas sobre estas desabou a violência da Revolução Francesa. Tombaram os tronos, expulsaram-se ministros omnipotentes, caíram cabeças de nobres e de revolucionários. A razão, representada por uma mulher revolucionária entronizada no altar mor da catedral de Notre Dame, cedia seu &amp;quot;império&amp;quot; à revolucionária guilhotina. Contestavam-se diversos princípios religiosos, havendo forte tendência ateísta. Foram imolados o rei Luís XVI de França, a nobre Maria Antonieta, o poeta André Chenier, o sábio Lavoisier, príncipes, bispos, sacerdotes, nobres e burgueses, e outros milhares de franceses (e por último a maioria dos chefes da Revolução: Danton, Murat, Robespierre, Hébert, Valmy, etc).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão, Pio VI escreveu a 10 de Março de 1791: &amp;quot;Há alguma coisa mais disparatada do que declarar uma tal igualdade e liberdade para todos ?&amp;quot;&lt;br /&gt;
Morte de Pio VI em Valença do Ródano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das mais ilustres vítimas foi também Pio VI. Em 1796, tropas da República Francesa sob comando de Napoleão Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam Ancona e Loreto. Pio VI pediu a paz, que foi concedida em Toletino em 19 de fevereiro de 1797; mas em 28 de dezembro do mesmo ano, em um motim realizado pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o popular brigadeiro-general Mathurin-Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um novo pretexto para invasão. Então, o General Berthier marchou para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e proclamou a República Romana, exigindo do Papa a renúncia de seus poderes temporais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como recusou, o Papa foi feito prisioneiro, e em 20 de fevereiro foi escoltado do Vaticano para Siena, e de lá para Certosa, cidade próxima a Florença. A declaração francesa de guerra contra Toscano levou a remoção do líder da igreja (ele foi escoltado pelo espanhol Pedro Gómez Labrador, o Marques de Labrador) pelo caminho de Parma, Piacenza, Turin e Grenoble para a cidadela de Valença onde ele morreu seis meses depois de sua chegada, em 29 de agosto de 1799.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A viagem do cidadão-papa, como o chamavam os franceses, que levaram brutalmente através da Itália, foi longa e penosa onde morreu em 29 de agosto de 1799. Perdoou os seus algozes. Superara os 81 anos de idade e os 24 de pontificado, o mais longo até então depois de São Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-2morte.jpg|200px|thumb|right|Leito de morte do Papa Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus restos mortais foram levados e depositados na Cripta da Basílica de São Pedro no Vaticano em meados do século XX a mando do Papa Pio XII.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:‎Papa_Pio_VI-3Tumulo.jpg‎|200px|thumb|center|Túmulo de Pio VI]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<updated>2010-12-13T19:03:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>File:Papa Pio VI.jpg</title>
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&lt;hr /&gt;
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		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>Papa Clemente XIV</title>
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		<updated>2010-12-13T18:53:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIV.JPG‎|400px|thumb|right|Papa Clemente XIV]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O rigoroso (O.F.M. Conv.) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Santarcangelo di Romagna 31 de outubro de 1705 - Roma 22 de setembro de 1774). Foi Papa de 19 de maio de 1769 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O.F.M. Conv., Ordem dos Frades Menores, Frade Franciscano. Filho de um médico. Aos 18 anos vestiu o hábito Franciscano, sob o nome de frei Lourenço. Estudou em Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pregador de grande e impressionante capacidade apostólica. Nomeado cardeal por Clemente XIII em 1759. Sua eleição realizou-se num prolongado conclave de três meses com 179 escrutínios. O mais longo da história, e recordista de apurações &amp;quot;acaloradas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns autores defendem que houvesse sido eleito &amp;quot;para suprimir a Companhia de Jesus&amp;quot;. Certo, porém, que era bem visto pelos governos adversos aos Jesuítas. Mais certo ainda que, embora premido pelas circunstâncias, ele contemporizou quatro anos. Só em 1773 publicou o breve Dominus ac Redemptor noster, com o qual extinguiu a Companhia. Os soberanos Bourbons de França, Espanha, Nápoles e Parma não permitiam a permanência dos inacianos em seus países. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, já os expulsara das terras lusitanas. O Geral, Padre Lourenço Ricci, louvavelmente não admitia modificações essenciais na constituição jesuítica: &amp;quot;sunt ut sint aut non sint&amp;quot;. Preso no castelo San Ângelo, morreu octogenário em 1775, protestando, com humilde firmeza, a inocência de sua amada e gloriosa Companhia. Foi legítima a supressão? Sim, porque a Santa Sé tem o direito e suprimir o que instituiu. Foi prudente e oportuna? Muitos o negam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Companhia foi um novo Jonas atirado ao mar a fim de aplacar a tempestade e, salvo por Deus, continuar sua admirável missão. Na Prússia protestante e na Rússia cismática foram os jesuítas acolhidos com distinção. Só os ímpios se rejubilaram. Clemente não terminou vítima de remorso nem de vingança, como alguns cronistas de sua época afirmaram. Faleceu placidamente com os Santíssimos Sacramentos em 22 de setembro de 1774, de uma doença pulmonar contraída numa procissão em dia chuvoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<updated>2010-12-13T18:52:13Z</updated>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIV.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Clemente XIV]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O rigoroso (O.F.M. Conv.) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Santarcangelo di Romagna 31 de outubro de 1705 - Roma 22 de setembro de 1774). Foi Papa de 19 de maio de 1769 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O.F.M. Conv., Ordem dos Frades Menores, Frade Franciscano. Filho de um médico. Aos 18 anos vestiu o hábito Franciscano, sob o nome de frei Lourenço. Estudou em Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pregador de grande e impressionante capacidade apostólica. Nomeado cardeal por Clemente XIII em 1759. Sua eleição realizou-se num prolongado conclave de três meses com 179 escrutínios. O mais longo da história, e recordista de apurações &amp;quot;acaloradas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns autores defendem que houvesse sido eleito &amp;quot;para suprimir a Companhia de Jesus&amp;quot;. Certo, porém, que era bem visto pelos governos adversos aos Jesuítas. Mais certo ainda que, embora premido pelas circunstâncias, ele contemporizou quatro anos. Só em 1773 publicou o breve Dominus ac Redemptor noster, com o qual extinguiu a Companhia. Os soberanos Bourbons de França, Espanha, Nápoles e Parma não permitiam a permanência dos inacianos em seus países. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, já os expulsara das terras lusitanas. O Geral, Padre Lourenço Ricci, louvavelmente não admitia modificações essenciais na constituição jesuítica: &amp;quot;sunt ut sint aut non sint&amp;quot;. Preso no castelo San Ângelo, morreu octogenário em 1775, protestando, com humilde firmeza, a inocência de sua amada e gloriosa Companhia. Foi legítima a supressão? Sim, porque a Santa Sé tem o direito e suprimir o que instituiu. Foi prudente e oportuna? Muitos o negam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Companhia foi um novo Jonas atirado ao mar a fim de aplacar a tempestade e, salvo por Deus, continuar sua admirável missão. Na Prússia protestante e na Rússia cismática foram os jesuítas acolhidos com distinção. Só os ímpios se rejubilaram. Clemente não terminou vítima de remorso nem de vingança, como alguns cronistas de sua época afirmaram. Faleceu placidamente com os Santíssimos Sacramentos em 22 de setembro de 1774, de uma doença pulmonar contraída numa procissão em dia chuvoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>Papa Clemente XIII</title>
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		<updated>2010-12-13T18:51:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Clemente XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII nascido Carlo della Torre Rezzonico (Veneza, 7 de março de 1693 - Roma, 2 de fevereiro de 1769). Foi Papa de 6 de julho de 1758 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. No início do pontificado, Clemente XIII escreveu cartas aos soberanos da Europa, empenhados na guerra dos Sete Anos (1756-1763). O novo Papa conseguiu extinguir a velha animosidade entre a sua cidade natal (Florença), e a sede do Papado, Roma. Socorreu o povo na carestia de 1764, acolhendo 14 mil pessoas. Obrigou os latifundiários dos Estados Pontifícios a plantarem suas terras. Mandou velar nos museus as obras artísticas de consideradas por alguns realismo exagerado. Coibiu abusos de copistas inescrupulosos, que se serviam dos Arquivos romanos. Reprovou (1764) o livro em que João Nicolau de Hontheim (Johann Nikolaus von Hontheim), escondido atrás do pseudônimo de Justinus Febronius, atacava a soberania do Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A negação de toda a religião, pregada sob a capa de racionalismo por Voltaire, Rousseau e outros, desencadeou a perseguição aos batalhadores da Igreja, os Jesuítas. Em Portugal o Marquês de Pombal implicou-os num atentado contra o rei Dom José; mandou queimar o Padre Gabriel Malagrida (velho de 72 anos) e expulsou os demais, também do Brasil, onde eram os únicos mestres e a base da instrução. Perseguiam-nos em França o ministro Choiseul e a marquesa de Pompadour; na Espanha o conde Aranda; no reino de Nápoles o ministro Tannucci; no ducado de Parma o chanceler Tissot. Até os cavaleiros de Malta, em sua maioria portugueses, rejeitavam os Jesuítas, apenas defendidos pelo Papa (através da bula Apostolicum pascendi múnus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII morreu a 2 de Fevereiro de 1769, amargurado pela insistência dos soberanos da família Bourbon, inimigos dos Jesuítas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:Papa_Clemente_XIII-brasao.png‎ |200px|thumb|center|Brasão Papa Clemente XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>Papa Clemente XIV</title>
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		<updated>2010-12-13T18:51:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;Papa Clemente XIV  Clemente XIV, O rigoroso (O.F.M. Conv.) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Santarcangel…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIV.JPG‎ .jpg‎|400px|thumb|right|Papa Clemente XIV]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O rigoroso (O.F.M. Conv.) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Santarcangelo di Romagna 31 de outubro de 1705 - Roma 22 de setembro de 1774). Foi Papa de 19 de maio de 1769 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIV, O.F.M. Conv., Ordem dos Frades Menores, Frade Franciscano. Filho de um médico. Aos 18 anos vestiu o hábito Franciscano, sob o nome de frei Lourenço. Estudou em Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pregador de grande e impressionante capacidade apostólica. Nomeado cardeal por Clemente XIII em 1759. Sua eleição realizou-se num prolongado conclave de três meses com 179 escrutínios. O mais longo da história, e recordista de apurações &amp;quot;acaloradas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns autores defendem que houvesse sido eleito &amp;quot;para suprimir a Companhia de Jesus&amp;quot;. Certo, porém, que era bem visto pelos governos adversos aos Jesuítas. Mais certo ainda que, embora premido pelas circunstâncias, ele contemporizou quatro anos. Só em 1773 publicou o breve Dominus ac Redemptor noster, com o qual extinguiu a Companhia. Os soberanos Bourbons de França, Espanha, Nápoles e Parma não permitiam a permanência dos inacianos em seus países. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, já os expulsara das terras lusitanas. O Geral, Padre Lourenço Ricci, louvavelmente não admitia modificações essenciais na constituição jesuítica: &amp;quot;sunt ut sint aut non sint&amp;quot;. Preso no castelo San Ângelo, morreu octogenário em 1775, protestando, com humilde firmeza, a inocência de sua amada e gloriosa Companhia. Foi legítima a supressão? Sim, porque a Santa Sé tem o direito e suprimir o que instituiu. Foi prudente e oportuna? Muitos o negam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Companhia foi um novo Jonas atirado ao mar a fim de aplacar a tempestade e, salvo por Deus, continuar sua admirável missão. Na Prússia protestante e na Rússia cismática foram os jesuítas acolhidos com distinção. Só os ímpios se rejubilaram. Clemente não terminou vítima de remorso nem de vingança, como alguns cronistas de sua época afirmaram. Faleceu placidamente com os Santíssimos Sacramentos em 22 de setembro de 1774, de uma doença pulmonar contraída numa procissão em dia chuvoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<updated>2010-12-13T18:50:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII nascido Carlo della Torre Rezzonico (Veneza, 7 de março de 1693 - Roma, 2 de fevereiro de 1769). Foi Papa de 6 de julho de 1758 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. No início do pontificado, Clemente XIII escreveu cartas aos soberanos da Europa, empenhados na guerra dos Sete Anos (1756-1763). O novo Papa conseguiu extinguir a velha animosidade entre a sua cidade natal (Florença), e a sede do Papado, Roma. Socorreu o povo na carestia de 1764, acolhendo 14 mil pessoas. Obrigou os latifundiários dos Estados Pontifícios a plantarem suas terras. Mandou velar nos museus as obras artísticas de consideradas por alguns realismo exagerado. Coibiu abusos de copistas inescrupulosos, que se serviam dos Arquivos romanos. Reprovou (1764) o livro em que João Nicolau de Hontheim (Johann Nikolaus von Hontheim), escondido atrás do pseudônimo de Justinus Febronius, atacava a soberania do Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A negação de toda a religião, pregada sob a capa de racionalismo por Voltaire, Rousseau e outros, desencadeou a perseguição aos batalhadores da Igreja, os Jesuítas. Em Portugal o Marquês de Pombal implicou-os num atentado contra o rei Dom José; mandou queimar o Padre Gabriel Malagrida (velho de 72 anos) e expulsou os demais, também do Brasil, onde eram os únicos mestres e a base da instrução. Perseguiam-nos em França o ministro Choiseul e a marquesa de Pompadour; na Espanha o conde Aranda; no reino de Nápoles o ministro Tannucci; no ducado de Parma o chanceler Tissot. Até os cavaleiros de Malta, em sua maioria portugueses, rejeitavam os Jesuítas, apenas defendidos pelo Papa (através da bula Apostolicum pascendi múnus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII morreu a 2 de Fevereiro de 1769, amargurado pela insistência dos soberanos da família Bourbon, inimigos dos Jesuítas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:Papa_Clemente_XIII-brasao.png‎ |200px|thumb|right|Brasão Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>File:Papa Clemente XIV.JPG</title>
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		<updated>2010-12-13T18:47:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>Papa Clemente XIII</title>
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		<updated>2010-12-13T18:45:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII nascido Carlo della Torre Rezzonico (Veneza, 7 de março de 1693 - Roma, 2 de fevereiro de 1769). Foi Papa de 6 de julho de 1758 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. No início do pontificado, Clemente XIII escreveu cartas aos soberanos da Europa, empenhados na guerra dos Sete Anos (1756-1763). O novo Papa conseguiu extinguir a velha animosidade entre a sua cidade natal (Florença), e a sede do Papado, Roma. Socorreu o povo na carestia de 1764, acolhendo 14 mil pessoas. Obrigou os latifundiários dos Estados Pontifícios a plantarem suas terras. Mandou velar nos museus as obras artísticas de consideradas por alguns realismo exagerado. Coibiu abusos de copistas inescrupulosos, que se serviam dos Arquivos romanos. Reprovou (1764) o livro em que João Nicolau de Hontheim (Johann Nikolaus von Hontheim), escondido atrás do pseudônimo de Justinus Febronius, atacava a soberania do Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A negação de toda a religião, pregada sob a capa de racionalismo por Voltaire, Rousseau e outros, desencadeou a perseguição aos batalhadores da Igreja, os Jesuítas. Em Portugal o Marquês de Pombal implicou-os num atentado contra o rei Dom José; mandou queimar o Padre Gabriel Malagrida (velho de 72 anos) e expulsou os demais, também do Brasil, onde eram os únicos mestres e a base da instrução. Perseguiam-nos em França o ministro Choiseul e a marquesa de Pompadour; na Espanha o conde Aranda; no reino de Nápoles o ministro Tannucci; no ducado de Parma o chanceler Tissot. Até os cavaleiros de Malta, em sua maioria portugueses, rejeitavam os Jesuítas, apenas defendidos pelo Papa (através da bula Apostolicum pascendi múnus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII morreu a 2 de Fevereiro de 1769, amargurado pela insistência dos soberanos da família Bourbon, inimigos dos Jesuítas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Brasão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:Papa_Clemente_XIII-brasao.png‎ |200px|thumb|right|Brasão Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Descrição&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escudo eclesiástico esquartelado: o 1.º de goles com uma cruz de argente; o 2.º e o 3.º de blau com uma torre de duas ordens, de argente, com ameias guelfas, aberta, lavrada e iluminada de sable; o 4º de goles com três barras de argente; sobre o todo um escudete de jalde timbrado de uma coroa antiga e carregado de uma águia de vôo estendido bicéfala de sable, coroada do campo nas duas cabeças. O escudo está assente em tarja branca. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde e a segunda de argente, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes. Timbre: a tiara papal de argente com três coroas de jalde. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Interpretação&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Nele estão representadas as armas familiares do pontífice, mas com cor modificada, pois os ‘’della Torre de Rezzonico’’ usavam uma torre de argente em campo de sable. No 1º e no 4º, os campos de goles (vermelho) simbolizam: o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente do governo supremo da Igreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Vigário de Cristo deve dispensar a todos os homens. A cruz, símbolo da fé cristã, e as barras, sendo de argente (prata) simbolizam: inocência, castidade, pureza e eloqüência. No 2º e no 3º, o campo de blau (azul) representa o firmamento celeste e ainda o manto de Nossa Senhora, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama e nobreza, sendo a torre as armas falantes da família, com o significado de seu metal, argente (prata), acima descrito. O escudete, com sua águia bicéfala coroada, é uma referência ao Sacro Império Romano, do qual os membros da família Rezzonico eram barões; por seu metal jalde (ouro), traduz : nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio e pela cor da águia, sable (preto), traduz sabedoria, ciência, honestidade e firmeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves &amp;quot;decussadas&amp;quot;, uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro , relatado no Evangelho de São Mateus, que narra que Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Pedro: &amp;quot;Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu&amp;quot; (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tiara papal usada como timbre, recorda, por sua simbologia, os três poderes papais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, e sua unidade na mesma pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Papa_Clemente_XIII&amp;diff=8914</id>
		<title>Papa Clemente XIII</title>
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		<updated>2010-12-13T18:43:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;Papa Inocêncio XIII  Clemente XIII nascido Carlo della Torre Rezzonico (Veneza, 7 de março de 1693 - Roma, 2 de fevereiro …&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII nascido Carlo della Torre Rezzonico (Veneza, 7 de março de 1693 - Roma, 2 de fevereiro de 1769). Foi Papa de 6 de julho de 1758 ate a sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu em Veneza e era filho do barão João Batista della Torre Rezzonico e de Vitória Barbarigo. No início do pontificado, Clemente XIII escreveu cartas aos soberanos da Europa, empenhados na guerra dos Sete Anos (1756-1763). O novo Papa conseguiu extinguir a velha animosidade entre a sua cidade natal (Florença), e a sede do Papado, Roma. Socorreu o povo na carestia de 1764, acolhendo 14 mil pessoas. Obrigou os latifundiários dos Estados Pontifícios a plantarem suas terras. Mandou velar nos museus as obras artísticas de consideradas por alguns realismo exagerado. Coibiu abusos de copistas inescrupulosos, que se serviam dos Arquivos romanos. Reprovou (1764) o livro em que João Nicolau de Hontheim (Johann Nikolaus von Hontheim), escondido atrás do pseudônimo de Justinus Febronius, atacava a soberania do Papa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A negação de toda a religião, pregada sob a capa de racionalismo por Voltaire, Rousseau e outros, desencadeou a perseguição aos batalhadores da Igreja, os Jesuítas. Em Portugal o Marquês de Pombal implicou-os num atentado contra o rei Dom José; mandou queimar o Padre Gabriel Malagrida (velho de 72 anos) e expulsou os demais, também do Brasil, onde eram os únicos mestres e a base da instrução. Perseguiam-nos em França o ministro Choiseul e a marquesa de Pompadour; na Espanha o conde Aranda; no reino de Nápoles o ministro Tannucci; no ducado de Parma o chanceler Tissot. Até os cavaleiros de Malta, em sua maioria portugueses, rejeitavam os Jesuítas, apenas defendidos pelo Papa (através da bula Apostolicum pascendi múnus).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XIII morreu a 2 de Fevereiro de 1769, amargurado pela insistência dos soberanos da família Bourbon, inimigos dos Jesuítas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Brasão==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:Papa_Clemente_XIII-brasao.png‎ |200px|thumb|right|Brasão Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escudo eclesiástico esquartelado: o 1.º de goles com uma cruz de argente; o 2.º e o 3.º de blau com uma torre de duas ordens, de argente, com ameias guelfas, aberta, lavrada e iluminada de sable; o 4º de goles com três barras de argente; sobre o todo um escudete de jalde timbrado de uma coroa antiga e carregado de uma águia de vôo estendido bicéfala de sable, coroada do campo nas duas cabeças. O escudo está assente em tarja branca. O conjunto pousado sobre duas chaves decussadas, a primeira de jalde e a segunda de argente, atadas por um cordão de goles, com seus pingentes. Timbre: a tiara papal de argente com três coroas de jalde. Quando são postos suportes, estes são dois anjos de carnação, sustentando cada um, na mão livre, uma cruz trevolada tripla, de jalde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O escudo obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. Nele estão representadas as armas familiares do pontífice, mas com cor modificada, pois os ‘’della Torre de Rezzonico’’ usavam uma torre de argente em campo de sable. No 1º e no 4º, os campos de goles (vermelho) simbolizam: o fogo da caridade inflamada no coração do Soberano Pontífice pelo Divino Espírito Santo, que o inspira diretamente do governo supremo da Igreja, bem como valor e o socorro aos necessitados, que o Vigário de Cristo deve dispensar a todos os homens. A cruz, símbolo da fé cristã, e as barras, sendo de argente (prata) simbolizam: inocência, castidade, pureza e eloqüência. No 2º e no 3º, o campo de blau (azul) representa o firmamento celeste e ainda o manto de Nossa Senhora, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama e nobreza, sendo a torre as armas falantes da família, com o significado de seu metal, argente (prata), acima descrito. O escudete, com sua águia bicéfala coroada, é uma referência ao Sacro Império Romano, do qual os membros da família Rezzonico eram barões; por seu metal jalde (ouro), traduz : nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio e pela cor da águia, sable (preto), traduz sabedoria, ciência, honestidade e firmeza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves &amp;quot;decussadas&amp;quot;, uma de jalde (ouro) e a outra de argente (prata) são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro , relatado no Evangelho de São Mateus, que narra que Nosso Senhor Jesus Cristo disse a Pedro: &amp;quot;Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu&amp;quot; (Mt 16, 19). Por conseguinte, as chaves são o símbolo típico do poder dado por Cristo a São Pedro e aos seus sucessores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tiara papal usada como timbre, recorda, por sua simbologia, os três poderes papais: de Ordem, Jurisdição e Magistério, e sua unidade na mesma pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:PapaBeneditoXIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Benedito XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII, O.P. nascido Pietro Francesco Orsini (Gravina in Puglia, 2 de Fevereiro de 1649 - Roma, 21 de Fevereiro de 1730) foi Papa de 29 de maio de 1724 e a data da sua morte. Teve como parentes alguns Papas, por parte de pai: [[Papa Estêvão III]], [[Papa Paulo I]], [[Papa Celestino III]] e [[Papa Nicolau III]] e por parte de mãe: [[Papa Pio II]] e [[Papa Pio III]]. Foi frade dominicano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pietro Orsini era filho primogênito do duque Fernando de Gravina. Aos 18 anos renunciou aos seus direitos ducais, para entrar no convento dos Dominicanos em Veneza. De nada valeram as súplicas e ameaças de seus parentes para afastá-lo da vocação. Sua vida foi tão edificante, que sua mãe, sua irmã e dois sobrinhos ingressaram em conventos. Professor e orador famoso, Cardeal aos 23 anos de idade, Arcebispo de Benevento, tornou-se célebre por seu heroísmo em socorrer os habitantes da cidade abalada por dois terremotos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eleito Papa com o nome de Bento, tomou primeiro o ordinal Bento XIV (e não Bento XIII, a que não era favorável pela superstição de que o número 13 traria pouca sorte, e que só posteriormente adoptou), o humilde Cardeal Gravina-Orsini, aceitou a tiara papal apenas por imposição do Mestre Geral de sua Ordem em nome da santa obediência. Visitava diariamente os hospitais. Acompanhava a procissão de Corpus Christi a pé. Tinha predilecção pelas funções da Semana Santa. Proibiu que lhe falassem de joelhos. Coibiu o jogo a dinheiro. É curioso o facto de ter abolido a pena de excomunhão, que o Papa Inocêncio X havia imposto a quem tomasse rapé na Basílica Vaticana (havia outrora um exagero na moda do rapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reformador e dedicado a terminar os estilos de vida decadentes do clero italiano, criou a Congregação dos Seminários, em prol das vocações eclesiásticas. Celebrou o Ano Santo de 1725, com piedade e alegria. A quem lhe observava que os seus 80 anos não lhe permitiam a fadiga das prolongadas funções, respondia que um Papa deve morrer com o pluvial aos ombros. Este pontífice canonizou São Luís Gonzaga, São Estanislau Kostka, São João Nepomuceno, mártir do segredo da confissão, São João da Cruz, São Turíbio e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morreu em 23 de Fevereiro de 1730. Foi o último Papa da família Orsini. Seus admiradores erigiram-lhe um esplêndido monumento, que sua humildade certamente rejeitaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII é o único papa descendente da família real portuguesa, tendo como ilustre avoengo o rei D. Dinis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;Papa Clemente XII   Clemente XII nascido Lorenzo Corsini (Florença, 7 de Abril de 1652 — Roma, 6 de Fevereiro de 1740) foi…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:Papa_Clemente_XII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Clemente XII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clemente XII nascido Lorenzo Corsini (Florença, 7 de Abril de 1652 — Roma, 6 de Fevereiro de 1740) foi Papa de 7 de abril de 1730 até à data da sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os soberanos europeus quiseram influir no conclave de 1730, e os Cardeais, como resposta, elegeram como Papa um advogado e gestor financeiro dos pontífices anteriores que era pouco simpático a todas as Cortes[carece de fontes?]. Chegara aos 79 anos de idade e ficou cego aos 81, mas era robusto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tido como sereno e imparcial[carece de fontes?], permitiu o julgamento e a prisão. por dolo. de Nicolau Coscia, que havia sido elevado ao cardinalato indignamente. O novo Papa repreendeu com energia o rei Carlos Emanuel III do Piemonte, porque conservava preso seu pai abdicatário. Resolveu a questão do núncio Bighi com Dom João V de Portugal. Estimulou Filipe V da Espanha na reconstrução de colégios, monumentos e embelezamento das cidades sob seu reinado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei Carlos III e o Imperador, que disputavam a posse do reino das Duas Sicílias entraram em uma guerra aberta que devastava toda a Itália. Durante este pontificado, Santo Afonso de Ligório fundou a Congregação do Santíssimo Redentor em 1732, os beneméritos . Foi o primeiro Papa a condenar publicamente a Maçonaria, através da encíclica In Eminenti, datada de 1738. Este activo Papa defendeu a independência da minúscula República de São Marinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizou museus, renovou as fachadas de vários prédios públicos, retraçou os vários caminhos por onde circulavam as pessoas pela cidade de Roma, reconstruiu muitos monumentos e várias fontes públicas, como a famosa fonte de Trevi, ergueu colégios para ampliar a educação, reformou a Sé de Pedro, etc.[carece de fontes?]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Canonizou São Vicente de Paulo e lutou contra o jansenismo. Interessou-se pela reunião das Igrejas Católica e Ortodoxa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morreu aos 90 anos com fama de santidade e está sepultado num túmulo grandioso na Basílica de São João de Latrão, cuja nova fachada foi feita no seu pontificado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
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		<title>Papa Benedito XIII</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:PapaBeneditoXIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Benedito XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII, O.P. nascido Pietro Francesco Orsini (Gravina in Puglia, 2 de Fevereiro de 1649 - Roma, 21 de Fevereiro de 1730) foi Papa de 29 de maio de 1724 e a data da sua morte. Teve como parentes alguns Papas, por parte de pai: [[Papa Estêvão III]], [[Papa Paulo I]], [[Papa Celestino III]] e [[Papa Nicolau III]] e por parte de mãe: [[Papa Pio II]] e [[Papa Pio III]]. Foi frade dominicano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pietro Orsini era filho primogênito do duque Fernando de Gravina. Aos 18 anos renunciou aos seus direitos ducais, para entrar no convento dos Dominicanos em Veneza. De nada valeram as súplicas e ameaças de seus parentes para afastá-lo da vocação. Sua vida foi tão edificante, que sua mãe, sua irmã e dois sobrinhos ingressaram em conventos. Professor e orador famoso, Cardeal aos 23 anos de idade, Arcebispo de Benevento, tornou-se célebre por seu heroísmo em socorrer os habitantes da cidade abalada por dois terremotos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eleito Papa com o nome de Bento, tomou primeiro o ordinal Bento XIV (e não Bento XIII, a que não era favorável pela superstição de que o número 13 traria pouca sorte, e que só posteriormente adoptou), o humilde Cardeal Gravina-Orsini, aceitou a tiara papal apenas por imposição do Mestre Geral de sua Ordem em nome da santa obediência. Visitava diariamente os hospitais. Acompanhava a procissão de Corpus Christi a pé. Tinha predilecção pelas funções da Semana Santa. Proibiu que lhe falassem de joelhos. Coibiu o jogo a dinheiro. É curioso o facto de ter abolido a pena de excomunhão, que o Papa Inocêncio X havia imposto a quem tomasse rapé na Basílica Vaticana (havia outrora um exagero na moda do rapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reformador e dedicado a terminar os estilos de vida decadentes do clero italiano, criou a Congregação dos Seminários, em prol das vocações eclesiásticas. Celebrou o Ano Santo de 1725, com piedade e alegria. A quem lhe observava que os seus 80 anos não lhe permitiam a fadiga das prolongadas funções, respondia que um Papa deve morrer com o pluvial aos ombros. Este pontífice canonizou São Luís Gonzaga, São Estanislau Kostka, São João Nepomuceno, mártir do segredo da confissão, São João da Cruz, São Turíbio e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morreu em 23 de Fevereiro de 1730. Foi o último Papa da família Orsini. Seus admiradores erigiram-lhe um esplêndido monumento, que sua humildade certamente rejeitaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII é o único papa descendente da família real portuguesa, tendo como ilustre avoengo o rei D. Dinis&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:PapaBeneditoXIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Benedito XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII, O.P. nascido Pietro Francesco Orsini (Gravina in Puglia, 2 de Fevereiro de 1649 - Roma, 21 de Fevereiro de 1730) foi Papa de 29 de maio de 1724 e a data da sua morte. Teve como parentes alguns Papas, por parte de pai: [[Papa Estêvão III]], [[Papa Paulo I]], [[Papa Celestino III]] e [[Papa Nicolau III]] e por parte de mãe: Papa Pio II e Papa Pio III. Foi frade dominicano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pietro Orsini era filho primogênito do duque Fernando de Gravina. Aos 18 anos renunciou aos seus direitos ducais, para entrar no convento dos Dominicanos em Veneza. De nada valeram as súplicas e ameaças de seus parentes para afastá-lo da vocação. Sua vida foi tão edificante, que sua mãe, sua irmã e dois sobrinhos ingressaram em conventos. Professor e orador famoso, Cardeal aos 23 anos de idade, Arcebispo de Benevento, tornou-se célebre por seu heroísmo em socorrer os habitantes da cidade abalada por dois terremotos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eleito Papa com o nome de Bento, tomou primeiro o ordinal Bento XIV (e não Bento XIII, a que não era favorável pela superstição de que o número 13 traria pouca sorte, e que só posteriormente adoptou), o humilde Cardeal Gravina-Orsini, aceitou a tiara papal apenas por imposição do Mestre Geral de sua Ordem em nome da santa obediência. Visitava diariamente os hospitais. Acompanhava a procissão de Corpus Christi a pé. Tinha predilecção pelas funções da Semana Santa. Proibiu que lhe falassem de joelhos. Coibiu o jogo a dinheiro. É curioso o facto de ter abolido a pena de excomunhão, que o Papa Inocêncio X havia imposto a quem tomasse rapé na Basílica Vaticana (havia outrora um exagero na moda do rapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reformador e dedicado a terminar os estilos de vida decadentes do clero italiano, criou a Congregação dos Seminários, em prol das vocações eclesiásticas. Celebrou o Ano Santo de 1725, com piedade e alegria. A quem lhe observava que os seus 80 anos não lhe permitiam a fadiga das prolongadas funções, respondia que um Papa deve morrer com o pluvial aos ombros. Este pontífice canonizou São Luís Gonzaga, São Estanislau Kostka, São João Nepomuceno, mártir do segredo da confissão, São João da Cruz, São Turíbio e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morreu em 23 de Fevereiro de 1730. Foi o último Papa da família Orsini. Seus admiradores erigiram-lhe um esplêndido monumento, que sua humildade certamente rejeitaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII é o único papa descendente da família real portuguesa, tendo como ilustre avoengo o rei D. Dinis&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;Papa Benedito XIII  Bento XIII, O.P. nascido Pietro Francesco Orsini (Gravina in Puglia, 2 de Fevereiro de 1649 - Roma, 21 de …&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:PapaBeneditoXIII.jpg‎|400px|thumb|right|Papa Benedito XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII, O.P. nascido Pietro Francesco Orsini (Gravina in Puglia, 2 de Fevereiro de 1649 - Roma, 21 de Fevereiro de 1730) foi Papa de 29 de maio de 1724 e a data da sua morte. Teve como parentes alguns Papas, por parte de pai: Papa Estêvão III, Papa Paulo I, Papa Celestino III e Papa Nicolau III e por parte de mãe: Papa Pio II e Papa Pio III. Foi frade dominicano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pietro Orsini era filho primogênito do duque Fernando de Gravina. Aos 18 anos renunciou aos seus direitos ducais, para entrar no convento dos Dominicanos em Veneza. De nada valeram as súplicas e ameaças de seus parentes para afastá-lo da vocação. Sua vida foi tão edificante, que sua mãe, sua irmã e dois sobrinhos ingressaram em conventos. Professor e orador famoso, Cardeal aos 23 anos de idade, Arcebispo de Benevento, tornou-se célebre por seu heroísmo em socorrer os habitantes da cidade abalada por dois terremotos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eleito Papa com o nome de Bento, tomou primeiro o ordinal Bento XIV (e não Bento XIII, a que não era favorável pela superstição de que o número 13 traria pouca sorte, e que só posteriormente adoptou), o humilde Cardeal Gravina-Orsini, aceitou a tiara papal apenas por imposição do Mestre Geral de sua Ordem em nome da santa obediência. Visitava diariamente os hospitais. Acompanhava a procissão de Corpus Christi a pé. Tinha predilecção pelas funções da Semana Santa. Proibiu que lhe falassem de joelhos. Coibiu o jogo a dinheiro. É curioso o facto de ter abolido a pena de excomunhão, que o Papa Inocêncio X havia imposto a quem tomasse rapé na Basílica Vaticana (havia outrora um exagero na moda do rapé).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reformador e dedicado a terminar os estilos de vida decadentes do clero italiano, criou a Congregação dos Seminários, em prol das vocações eclesiásticas. Celebrou o Ano Santo de 1725, com piedade e alegria. A quem lhe observava que os seus 80 anos não lhe permitiam a fadiga das prolongadas funções, respondia que um Papa deve morrer com o pluvial aos ombros. Este pontífice canonizou São Luís Gonzaga, São Estanislau Kostka, São João Nepomuceno, mártir do segredo da confissão, São João da Cruz, São Turíbio e outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morreu em 23 de Fevereiro de 1730. Foi o último Papa da família Orsini. Seus admiradores erigiram-lhe um esplêndido monumento, que sua humildade certamente rejeitaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bento XIII é o único papa descendente da família real portuguesa, tendo como ilustre avoengo o rei D. Dinis&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:PapaInocencioXIII.jpg‎|200px|thumb|right|Papa Inocêncio XIII]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Papa Inocêncio XIII&#039;&#039;&#039; (13 maio de 1655 - 7 de Março 1724) Nascido como Michelangelo Conti na Poli, foi papa de 1721 até sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o [[Papa Inocêncio III]] (1198-1216), o [[Papa Gregório IX]] (1227-1241) e o [[Papa Alexandre IV]] (1254-1261), ele foi um membro da família da Conti, condes e duques de Segni. Ele incluía o timbre da família em seu Brasão papal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tornou-se Cardeal de Santi Quirico e Giulitta sob a ordem do [[Papa Clemente XI]] em 1706. A partir de 1697 a 1710 atuou como núncio papal no Reino de Portugal, onde se acredita ter-se formado as impressões negativas dos jesuítas, que mais tarde influenciaram sua conduta com eles. Foi eleito como sucessor de Clemente XI em 1721, como Inocêncio XIII. Seu pontificado foi prospero, mas comparavelmente sem ocorrências especiais. Inocêncio XIII proibiu que os Jesuítas continuassem suas missões na China; e também ordenou que a ordem não devesse receber nenhum membro novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inocêncio XIII – como seu antecessor – mostrou-se muito favorável a James Francis Edward Stuart, o &amp;quot;Old Pretender&amp;quot; ao trono britânico, prometendo-lhe subsídios condicionais ao restabelecimento do Catolicismo na Inglaterra. &lt;br /&gt;
Morreu em 07 de marco de 1724, sendo sucedido por [[Papa Benedito XIII|Papa Bento XIII]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Papas]][[category:1701-1800]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>III – Laços de Família</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;==773. Por que, entre os animais, pais e filhos deixam de se reconhecer, quando os últimos não precisam mais de cuidados?==  — Os animais vivem a vida material e não a moral…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==773. Por que, entre os animais, pais e filhos deixam de se reconhecer, quando os últimos não precisam mais de cuidados?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Os animais vivem a vida material e não a moral. A ternura da mãe pelos filhos tem por principio o instinto de conservação aplicado aos seres que dão á luz. Quando esses seres podem cuidar de si mesmos, sua tarefa está cumprida e a Natureza nada mais lhe exige. É por isso que ela os abandona para se ocupar de outros que chegam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==774. Há pessoas que deduzem, do abandono das crias pelos animais, que os laços de família entre os homens não são mais que o resultado de costumes sociais e não uma lei natural. Que devemos pensar disso?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem tem outro destino que não o dos animais; por que, pois, querer sempre identificá-los? Para ele, há outra coisa além das necessidades físicas; há a necessidade do progresso. Os liames sociais são necessários ao progresso e os laços de família resumem os liames sociais; eis porque eles constituem uma lei natural. Deus quis que os homens, assim, aprendessem a amar-se como irmãos. (Ver item 205.)(1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==775. Qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Uma recrudescência do egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(1) Herbert Spencer considerou a família entre as instituições que dão forma à vida social; Marx e Engels, como o primeiro grupo histórico, a primeira forma de integração humana; Augusto Comte, como a célula básica da sociedade, o embrião e o modelo desta, de maneira que a sociedade perfeita é a que funciona como família. Atualmente, a Sociologia da Família e a Psicologia Social, bem como as próprias escolas de Psicologia do Indivíduo reconhecem a importância básica da família. O mesmo se dá nos estudos de Psicologia Educacional e de Filosofia da Educação. John Dewey, em Democracia e Educação, acentua  a importância do lar na organização social e na preparação da vida social. Como se vê, a asserção dos Espíritos de que “os laços de família resumem os liames sociais” são confirmados até mesmo pelos estudos materialistas da sociedade. (N. do T.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:36:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: &#039;&#039;Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=II_%E2%80%93_Vida_de_Isolamento_%E2%80%93_Voto_de_Sil%C3%AAncio&amp;diff=7028</id>
		<title>II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio</title>
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		<updated>2010-11-20T18:35:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==769. Concebe-se que, como principio geral, a vida social esteja nas leis da Natureza. Mas como todos os gostos são também naturais, por que o do isolamento absoluto seria condenável, se o homem encontra nele satisfação?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Satisfação egoísta. Há também homens que encontram satisfação na embriaguez; aprovas isso? Deus não pode considerar agradável uma vida em que o homem se condena a não ser útil a ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770. E que pensar dos homens que vivem em reclusão absoluta para fugirem ao contato pernicioso do mundo?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Duplo egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770 – a) Mas se esse retraimento tem por fim uma expiação, com a imposição de penosa renúncia, não é meritório?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Fazer maior bem do que o mal que se tenha feito, essa é a melhor expiação. Com esse retraimento, evitando o mal o homem cai em outro, pois esquece a lei de amor e caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771. Que pensar dos que fogem do mundo para se devotarem ao amparo dos infelizes?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esses se elevam aos e rebaixarem. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos prazeres materiais e de fazerem o bem pelo cumprimento da lei do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771 – a) E os que procuram no retiro a tranqüilidade necessária a certos trabalhos?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esse não é o retiro absoluto do egoísta; eles não se isolam da sociedade, pois trabalham para ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==772. Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas desde a mais alta Antiguidade?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Perguntai antes se a palavra é natural e por que Deus a deu. Deus condena abuso e não o uso das faculdades por ele concedidas. Não obstante, o silêncio é útil porque no silêncio te recolhes, teu espírito se torna mais livre e pode então entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida, os que consideram essas privações voluntárias como atos de virtude tem boa intenção, mas se enganam por não compreenderem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: &#039;&#039;O voto de silêncio absoluto, da mesma maneira que o voto de isolamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem fornecer as ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==769. Concebe-se que, como principio geral, a vida social esteja nas leis da Natureza. Mas como todos os gostos são também naturais, por que o do isolamento absoluto seria condenável, se o homem encontra nele satisfação?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Satisfação egoísta. Há também homens que encontram satisfação na embriaguez; aprovas isso? Deus não pode considerar agradável uma vida em que o homem se condena a não ser útil a ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770. E que pensar dos homens que vivem em reclusão absoluta para fugirem ao contato pernicioso do mundo?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Duplo egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770 – a) Mas se esse retraimento tem por fim uma expiação, com a imposição de penosa renúncia, não é meritório?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Fazer maior bem do que o mal que se tenha feito, essa é a melhor expiação. Com esse retraimento, evitando o mal o homem cai em outro, pois esquece a lei de amor e caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771. Que pensar dos que fogem do mundo para se devotarem ao amparo dos infelizes?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esses se elevam aos e rebaixarem. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos prazeres materiais e de fazerem o bem pelo cumprimento da lei do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771 – a) E os que procuram no retiro a tranqüilidade necessária a certos trabalhos?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esse não é o retiro absoluto do egoísta; eles não se isolam da sociedade, pois trabalham para ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==772. Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas desde a mais alta Antiguidade?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Perguntai antes se a palavra é natural e por que Deus a deu. Deus condena abuso e não o uso das faculdades por ele concedidas. Não obstante, o silêncio é útil porque no silêncio te recolhes, teu espírito se torna mais livre e pode então entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida, os que consideram essas privações voluntárias como atos de virtude tem boa intenção, mas se enganam por não compreenderem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: &#039;&#039;O voto de silêncio absoluto, da mesma maneira que o voto de isolamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem fornecer as ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de FamíliaLaços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<title>II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==769. Concebe-se que, como principio geral, a vida social esteja nas leis da Natureza. Mas como todos os gostos são também naturais, por que o do isolamento absoluto seria condenável, se o homem encontra nele satisfação?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Satisfação egoísta. Há também homens que encontram satisfação na embriaguez; aprovas isso? Deus não pode considerar agradável uma vida em que o homem se condena a não ser útil a ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770. E que pensar dos homens que vivem em reclusão absoluta para fugirem ao contato pernicioso do mundo?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Duplo egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==770 – a) Mas se esse retraimento tem por fim uma expiação, com a imposição de penosa renúncia, não é meritório?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Fazer maior bem do que o mal que se tenha feito, essa é a melhor expiação. Com esse retraimento, evitando o mal o homem cai em outro, pois esquece a lei de amor e caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771. Que pensar dos que fogem do mundo para se devotarem ao amparo dos infelizes?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esses se elevam aos e rebaixarem. Têm o duplo mérito de se colocarem acima dos prazeres materiais e de fazerem o bem pelo cumprimento da lei do trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==771 – a) E os que procuram no retiro a tranqüilidade necessária a certos trabalhos?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Esse não é o retiro absoluto do egoísta; eles não se isolam da sociedade, pois trabalham para ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==772. Que pensar do voto de silêncio prescrito por algumas seitas desde a mais alta Antiguidade?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Perguntai antes se a palavra é natural e por que Deus a deu. Deus condena abuso e não o uso das faculdades por ele concedidas. Não obstante, o silêncio é útil porque no silêncio te recolhes, teu espírito se torna mais livre e pode então entrar em comunicação conosco. Mas o voto de silêncio é uma tolice. Sem dúvida, os que consideram essas privações voluntárias como atos de virtude tem boa intenção, mas se enganam por não compreenderem suficientemente as verdadeiras leis de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: &#039;&#039;O voto de silêncio absoluto, da mesma maneira que o voto de isolamento, priva o homem das relações sociais que lhe podem fornecer as ocasiões de fazer o bem e de cumprir a lei do progresso.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de FamíliaLaços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: &#039;&#039;Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de FamíliaLaços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:23:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[II – Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[III – Laços de FamíliaLaços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=I_%E2%80%93_Necessidade_da_Vida_Social&amp;diff=7021</id>
		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:21:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[Laços de Família]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Espiritismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=I_%E2%80%93_Necessidade_da_Vida_Social&amp;diff=7020</id>
		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:20:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ I – Necessidade da Vida Social]], [[Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]], [[Laços de Família]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:20:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Capítulo 7==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Necessidade da Vida Social]],[[Vida de Isolamento – Voto de Silêncio]],[[Laços de Família]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:14:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nota==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:11:42Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:10:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==766. A vida social é natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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		<title>I – Necessidade da Vida Social</title>
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		<updated>2010-11-20T18:05:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: Created page with &amp;#039;== 766. A vida social é natural? ==         — Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades n…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== 766. A vida social é natural? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Deus não deu inutilmente ao homem a palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 767. O isolamento absoluto é contrário a lei natural? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — Sim, pois os homens buscam a sociedade por instinto e devem todos concorrer para o progresso, ajudando-se mutuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 768. O homem, ao buscar a sociedade, obedece apenas a um sentimento pessoal ou há também nesse sentimento uma finalidade providencial, de ordem geral? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       — O homem deve progredir, mas sozinho não o pode fazer não possui todas as faculdades; precisa do contato dos outros homens. No isolamento ele se embrutece e se estiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário de Kardec: Nenhum homem dispõe de faculdades completas e é pela união social que eles se completam uns aos outros, para assegurarem o seu próprio bem-estar e progredirem. Eis porque, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Holy_Man_Claims_to_Have_Lived_Without_Food,_Water_for_70_Years&amp;diff=5773</id>
		<title>Holy Man Claims to Have Lived Without Food, Water for 70 Years</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Holy_Man_Claims_to_Have_Lived_Without_Food,_Water_for_70_Years&amp;diff=5773"/>
		<updated>2010-11-03T17:50:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Desculpem postar em inglês, estou sem tempo pra traduzir hj mas esta matéria vale a pena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Indian doctors are studying an 83-year-old holy man who claims to have spent the last seven decades without food and water. Military doctors hope the experiments on Prahlad Jani can help soldiers develop their survival strategies. The long-haired and bearded yogi is under 24-hour observation by a team of 30 specialists during three weeks of tests at a hospital in the western Indian city of Ahmedabad.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
[[image:10-04-29-Prahlad-Jani.jpg|300px|right|thumb| Yogi Prahlad Jani]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Two cameras have been set up in his room, while a mobile camera films him when he goes outside, guaranteeing round-the-clock observation. His body will be scanned and his brain and heart activity measured with electrodes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;“The observation from this study may throw light on human survival without food and water,” said Dr. G. Ilavazahagan, who is directing the research. “This may help in working out strategies for survival during natural calamities, extreme stressful conditions and extra-terrestrial explorations like future missions to the Moon and Mars by the human race.”&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Since the experiment began on April 22, Jani has had no food or water and has not been to the toilet. “The exercise of taking this yogi under the medical scanner is to understand what energy supports his existence,” Ilavazahagan added. “Jani says he meditates to get energy. Our soldiers will not be able to meditate, but we would still like to find out more about the man and his body.”&lt;br /&gt;
Jani, who dresses in red and wears a nose ring, grew up in Charod village in the Mehsana district in Gujarat. &#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;He claims to have been blessed by a goddess when he was 8-years-old, which has enabled him to survive without sustenance.&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://www.amazingabilities.com/amaze5a.html http://www.amazingabilities.com/amaze5a.html]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Refer%C3%AAncias_de_Arcanos_da_Corte_e_Astrologia&amp;diff=5763</id>
		<title>Referências de Arcanos da Corte e Astrologia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Refer%C3%AAncias_de_Arcanos_da_Corte_e_Astrologia&amp;diff=5763"/>
		<updated>2010-11-03T17:39:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:10-04-25-Arcanos-da-Corte-Astrologia.jpg|800px|center|thumb|Arcanos da Corte e a Astrologia]]&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Astrologia]],[[category:Tarot]],[[category:Kabbalah]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Melkisedek_ou_Preste_Jo%C3%A3o&amp;diff=5762</id>
		<title>Melkisedek ou Preste João</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Melkisedek_ou_Preste_Jo%C3%A3o&amp;diff=5762"/>
		<updated>2010-11-03T17:35:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Texto fantástico de Vitor Manuel Adrião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome [[Melkitsedek]], ou antes, [[Melki-Tsedek]], como é designado na tradição judaico-cristã, refere-se à função de “Rei do Mundo” na cúspide dirigente de toda a Evolução Planetária, sendo Aquele que está mais próximo de Deus – o Logos Planetário – de cuja natureza participa a ponto de se confundir com Ele, mesmo estando “como a personalidade humana está para a sua individualidade espiritual”, na mais pálida definição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Bíblia, tem-se aparece a primeira referência a Melki-Tsedek no [[Genesis]] (XIV, 19-20): “E Melki-Tsedek, Rei de Salém, mandou que lhe trouxessem pão e vinho e ofereceu-os ao Deus Altíssimo. E bendisse [[Abraão]] (…) e Abraão deu-lhe o dízimo de tudo”, instituindo-se a Ordem de que fala o [[Salmo]] 110, 4: “Tu és um sacerdote eterno, segundo a Ordem de Melkitsedek”. Este é assim definido por S. Paulo na sua Epístola aos Hebreus (VII, 1-3): “Melki-Tsedek, Rei de Salém, Sacerdote do Deus Altíssimo que saiu ao encontro de Abraão (…) que o abençoou e a quem Abraão deu o dízimo de tudo, é em primeiro lugar e, de acordo com o significado do seu nome, Rei da Justiça, e em seguida, Rei de Salém, isto é Rei da Paz; existe sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tem princípio nem fim a sua vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece Sacerdote para todo o sempre”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:10-04-22-Melkisedek.jpg|300px|right|thumb|Melkisedek]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É assim que o sacerdócio da Igreja cristã chega a identificá-lo à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo, mantenedor da Tradição Apostólica que vem do Apóstolo [[Pedro]] até ao Presente. De maneira que o Sacrifício de Melki-Tsedek (o pão e o vinho) é encarado habitualmente como uma «pré-figuração» da Eucaristia, pois que o próprio sacerdócio cristão se identifica, em princípio, ao Sacerdócio de Melki-Tsedek, segundo a aplicação feita a Cristo das mesmas palavras do Salmo 110, e que no [[Apocalipse]] vem a ser a “Pedra Cúbica” do Trono de Deus em que assenta a Assembleia ou Igreja Universal da Corte dos Príncipes ou Principais do mesmo Rei do Mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro do Génesis e a epístola de S. Paulo aos Hebreus referindo-se a esse misterioso Soberano, levou a tradição judaico-cristã a distinguir dois sacerdócios: um, “segundo a Ordem de Aarão”; outro, “segundo a Ordem de Melkitsedek”. Este superior àquele, pois se liga do Presente aos Tempos do Advento do Messias, expressando os Apóstolos, os Bispos e a Igreja do Ocidente. E aquele vincula o Passado ao Presente, expressando os Profetas, os Patriarcas e a Igreja do Oriente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Melki-Tsedek é, pois, ao mesmo tempo, Rei e Sacerdote. O seu nome significa “Rei da Justiça”, e também é o Rei de Salém, isto é, “Rei da Paz”. “Justiça” e “Paz” são precisamente os dois atributos fundamentais do “Rei do Mundo”, assim como do Arcanjo Mikael portador da espada e da balança, atributos iconográficos psicopompos designativos do [[Metraton]], nisto como intermediário entre o Céu e a Terra, Deus e o Homem, presença indispensável do Paraninfo mercuriano ou AKBEL que é quem carrega o ANEL ou ARO prova da ALIANÇA ETERNA DO CRIADOR COM A CRIAÇÃO, e que na Natureza tem a sua expressão lídima nas sete cores do espectro do ARCO-ÍRIS, de maneira que sempre que a Humanidade declina em sua Evolução o ETERNO envia a ela o seu “Filho Primogénito” para restabelecer a Boa Lei, anular a anarquia e a injustiça e restaurar a Ordem e a Justiça, ou seja, ciclicamente descem do Céu à Terra os Avataras ou Messias. O termo [[Salém]] designa a “Cidade da Paz”, arquétipo sobre que se construiu Jerusalém, e veio a ser o nome da Morada oculta do “Rei do Mundo”, chamada nas tradições transhimalaias de [[Agharta]] e [[Shamballah]], correspondendo ao Paraíso Terrestre, ao Éden Primordial que a Mítica Lusitana insiste em identificar ao vindouro Quinto Império do Mundo que trará um Reinado de Felicidade e Concórdia com o Imperador Universal, Melki-Tsedek, a dirigi-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Melki-Tsedek tinha o seu equivalente no Antigo Egipto na função de [[Ptah-Ptahmer]]; na Índia, é chamado [[Chakravarti]] e [[Dharma-Raja]]; os antigos Rosacruzes reconheciam-no como Imperator Mundi e Pater Rotan, e foi assim que a [[Maçonaria]] o reconheceu no século XVIII, consignando-o Maximus Superius Incognitus, para todos os efeitos, o Imperador Universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No século XII, na época do rei S. Luís de França, os relatos das viagens de Carpin e Rubruquis invés de referirem os nomes de Melki-Tsedek substituíram-no pelo do Preste João que morava num país misterioso no Norte da Ásia distante. Preste significa tanto “Pai” como “Presbítero”, e João é referência tanto ao Anunciador do Messias, João Baptista, quanto ao Apóstolo João Evangelista que escreveu o Apocalipse, sendo referência óbvia ao Sacerdócio do Rei do Mundo, insistindo as três religiões do Livro (judaica, cristã e islâmica) que será por Ele que haverá um Reinado de Concórdia Universal sobre a Terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras notícias do Presbítero chegaram à Europa em 1145, quando Hugo de Gebel, bispo da colónia cristã do Líbano, informou o Papa da existência de um reino cristão situado “para lá da [[Pérsia]] e da [[Arménia]]”, governando por um Rei-Sacerdote chamado Iohannes Presbyter (João, o Presbítero, isto é, Sacerdote, Ancião) e que seria descendente de um dos Reis Magos que visitaram o Menino em Belém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o primeiro documento conhecido sobre esta misteriosa personagem, é a famosa Carta do Preste João endereçada em 1165 a [[Manuel Comneno]], imperador bizantino de [[Constantinopla]], assim como a [[Barba-Ruiva]], imperador da Alemanha, e ao Papa Alexandre III, parecendo que o documento tem a sua origem em Portugal. Isto porque a versão mais antiga do texto original data dos finais do século XIV e encontra-se no Cartório do Mosteiro de Alcobaça, mas que foi impressa pela primeira vez em língua italiana, em Veneza, no ano 1478, onde se inspiraram outras obras, também na mesma língua, como a versão rimada do Tratacto del maximo Prete Janni (Veneza?, 1494), de Giuliano Dati, tudo próximo da época em que o viajante [[Marco Pólo]] regressou Oriente a Veneza falando da existência do Preste João, como soberano da Igreja etíope. Por outra parte, ao longo dos séculos XV e XVI aparece uma série de cartas enviadas pelo Preste João da Índia aos soberanos portugueses (D. João II, D. Manuel I e até D. Sebastião que, diz-se, recebeu uma embaixada no Preste João nos seus paços em Lisboa), que por sua vez enviam embaixadas à corte daquele, como foi o caso notável de Pêro da Covilhã, enviado de D. Afonso V.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mito do Preste João foi amplamente divulgado pelos [[Templários]] e veio a servir de principal impulsor do processo das Descobertas Marítimas pelos Portugueses, aparentemente com a intenção de incentivar à conquista cristã de novas terras e obter riquezas fartas, mas realmente estabelecer a ligação de Portugal com o Centro Primordial do Mundo, chamado indistintamente Salém e [[Shamballah]].&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Mitologia]],[[category:Blogs]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Signo_de_Touro&amp;diff=5755</id>
		<title>Signo de Touro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Signo_de_Touro&amp;diff=5755"/>
		<updated>2010-11-03T17:30:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[image:10-04-21-Signo-Touro.jpg|800px|center|thumb|Signo de Touro]]&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Astrologia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Signo_de_Touro&amp;diff=5754</id>
		<title>Signo de Touro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Signo_de_Touro&amp;diff=5754"/>
		<updated>2010-11-03T17:29:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[image:10-04-21-Signo-Touro.jpg|800px|right|thumb|Signo de Touro]]&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Astrologia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Joseph_Ratzinger_-_Mapa_Astral&amp;diff=5751</id>
		<title>Joseph Ratzinger - Mapa Astral</title>
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		<updated>2010-11-03T17:26:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: /* Mapa Astral */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Bento XVI==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Bento XVI (em latim Benedictus PP. XVI, em italiano Benedetto XVI), nascido [[Joseph Alois Ratzinger]], (Marktl am Inn, Baviera, 16 de abril de 1927) é o Papa desde o dia 19 de Abril de 2005. Foi eleito como o 266º Papa com a idade de 78 anos e três dias, sendo o atual [[Sumo Pontífice]] da [[Igreja Católica]].&lt;br /&gt;
Domina pelo menos seis idiomas (alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano), ademais lê o grego antigo e o hebraico. É membro de várias academias científicas da Europa como a francesa Académie des sciences morales et politiques e recebeu oito doutorados honoríficos de diferentes universidades, entre elas da Universidade de Navarra, é também cidadão honorário das comunidades de Pentling (1987), Marktl (1997), Traunstein (2006) e Ratisbona (2006).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É pianista e tem preferências por [[Mozart]] e [[Bach]]. Em abril de 2005 foi incluído pela revista Time como sendo uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.&lt;br /&gt;
O último papa com este nome foi Bento XV, que esteve no cargo de 1914 a 1922, foi o Papa durante a Primeira Guerra Mundial. Ratzinger é o primeiro Decano do Colégio Cardinalício eleito Papa desde Paulo IV em 1555 e o primeiro cardeal-bispo eleito Papa desde Pio VIII em 1829.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mapa Astral==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:10-04-16-mapa-Joseph-Ratzinger.jpg|400px|right|thumb|Mapa Astral de Joseph Alois Ratzinger]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O [[Mapa Astral]] do papa é um mapa extremamente forte, com 4 Planetas perfazendo 7-8 aspectações cada um, todas elas fortíssimas (entre 0 e 1 graus). Com [[Júpiter]], [[Urano]], [[Mercúrio]] e Ascendente em [[Peixes]], pode-se dizer sem sombra de dúvidas que é o mapa de algum líder messiânico/religioso.&lt;br /&gt;
*[[Júpiter]] indica a facilidade em lidar com o espiritual, [[Urano]] indica a facilidade em lidar com as massas (na maneira de peixes) e [[Mercúrio]] indica o pensamento ligado ao astral/espiritual. Eu não esperaria menos do papa heheheh&lt;br /&gt;
*[[Vênus]] em [[Touro]] (outro planeta com 7 aspectações fortes) indica uma pessoa afeiçoada por bens materiais, pela matéria, por posses e por riquezas, em contraponto ao espiritual.&lt;br /&gt;
*[[Marte]], o planeta mais forte no Mapa, com 8 aspectações, está no limiar entre Gêmeos e Câncer, representado arquetipicamente pela Rainha de Copas (“cortem-lhe a cabeça”). É sem dúvida alguma uma pessoa que possui talentos tanto de manipulação de palavras e facilidade com elas (falar 6 idiomas com facilidade) quanto capaz de manipular sentimentos. Esta característica é amplificada pela [[Lua]] em [[Libra]] (em seu íntimo, esta pessoa sabe o que dizer, quando dizer e para quem dizer o que está pensando… é a “lua dos diplomatas e juízes”).&lt;br /&gt;
*[[Saturno]] em [[Sagitário~]] próxima do MC, apesar de não ser um dos planetas fortes no mapa, também contribui para o perfil de líder, de pessoa que lida muito bem com autoridade.&lt;br /&gt;
*O [[Caput Draconis]] também está cravado no gêmeos/câncer, indicando que sua [[Verdadeira Vontade]] deve lidar com liderança ([[Sol]] em [[Áries]]), Diplomacia (Lua em Libra) e Espiritualidade (Ascendente em Peixes)… acho que ele conseguiu um EPIC WIN nessa…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que cumprir a Verdadeira Vontade não significa que você trará sempre o bem ao mundo, como nós veremos no mapa de [[Adolf Hitler]] dia 20 agora… O Mapa diz apenas suas melhores capacidades; COMO você irá direcioná-las é um problema de Livre arbítrio seu. O papa é um líder espiritual de massa? SIM, SEM DÚVIDA NENHUMA. Ele ajuda a manter as pessoas acorrentadas no catolicismo? Com maestria.&lt;br /&gt;
Uma entidade me disse certa vez que “não existe bem ou mal, existe o que nós queremos e o que eles querem”. E não há como negar que o papa não está lá à toa. Ratzinger possui um perfil moldado para ser líder espiritual de mão de ferro (interessante compará-lo com o Mapa do Chico Xavier que nunca sequer cogitou em ser líder espiritual de ninguém… a diferença, especialmente vênus no quesito touro/bens materiais).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Astrologia]],[[category:Mapa Astral]],[[category:Papas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=Joseph_Ratzinger_-_Mapa_Astral&amp;diff=5750</id>
		<title>Joseph Ratzinger - Mapa Astral</title>
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		<updated>2010-11-03T17:25:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: /* Mapa Astral */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Bento XVI==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papa Bento XVI (em latim Benedictus PP. XVI, em italiano Benedetto XVI), nascido [[Joseph Alois Ratzinger]], (Marktl am Inn, Baviera, 16 de abril de 1927) é o Papa desde o dia 19 de Abril de 2005. Foi eleito como o 266º Papa com a idade de 78 anos e três dias, sendo o atual [[Sumo Pontífice]] da [[Igreja Católica]].&lt;br /&gt;
Domina pelo menos seis idiomas (alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano), ademais lê o grego antigo e o hebraico. É membro de várias academias científicas da Europa como a francesa Académie des sciences morales et politiques e recebeu oito doutorados honoríficos de diferentes universidades, entre elas da Universidade de Navarra, é também cidadão honorário das comunidades de Pentling (1987), Marktl (1997), Traunstein (2006) e Ratisbona (2006).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É pianista e tem preferências por [[Mozart]] e [[Bach]]. Em abril de 2005 foi incluído pela revista Time como sendo uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.&lt;br /&gt;
O último papa com este nome foi Bento XV, que esteve no cargo de 1914 a 1922, foi o Papa durante a Primeira Guerra Mundial. Ratzinger é o primeiro Decano do Colégio Cardinalício eleito Papa desde Paulo IV em 1555 e o primeiro cardeal-bispo eleito Papa desde Pio VIII em 1829.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mapa Astral==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:10-04-16-mapa-Joseph-Ratzinger.jpg|400px|right|thumb|Papa Bento XVI - Joseph Alois Ratzinger]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O [[Mapa Astral]] do papa é um mapa extremamente forte, com 4 Planetas perfazendo 7-8 aspectações cada um, todas elas fortíssimas (entre 0 e 1 graus). Com [[Júpiter]], [[Urano]], [[Mercúrio]] e Ascendente em [[Peixes]], pode-se dizer sem sombra de dúvidas que é o mapa de algum líder messiânico/religioso.&lt;br /&gt;
*[[Júpiter]] indica a facilidade em lidar com o espiritual, [[Urano]] indica a facilidade em lidar com as massas (na maneira de peixes) e [[Mercúrio]] indica o pensamento ligado ao astral/espiritual. Eu não esperaria menos do papa heheheh&lt;br /&gt;
*[[Vênus]] em [[Touro]] (outro planeta com 7 aspectações fortes) indica uma pessoa afeiçoada por bens materiais, pela matéria, por posses e por riquezas, em contraponto ao espiritual.&lt;br /&gt;
*[[Marte]], o planeta mais forte no Mapa, com 8 aspectações, está no limiar entre Gêmeos e Câncer, representado arquetipicamente pela Rainha de Copas (“cortem-lhe a cabeça”). É sem dúvida alguma uma pessoa que possui talentos tanto de manipulação de palavras e facilidade com elas (falar 6 idiomas com facilidade) quanto capaz de manipular sentimentos. Esta característica é amplificada pela [[Lua]] em [[Libra]] (em seu íntimo, esta pessoa sabe o que dizer, quando dizer e para quem dizer o que está pensando… é a “lua dos diplomatas e juízes”).&lt;br /&gt;
*[[Saturno]] em [[Sagitário~]] próxima do MC, apesar de não ser um dos planetas fortes no mapa, também contribui para o perfil de líder, de pessoa que lida muito bem com autoridade.&lt;br /&gt;
*O [[Caput Draconis]] também está cravado no gêmeos/câncer, indicando que sua [[Verdadeira Vontade]] deve lidar com liderança ([[Sol]] em [[Áries]]), Diplomacia (Lua em Libra) e Espiritualidade (Ascendente em Peixes)… acho que ele conseguiu um EPIC WIN nessa…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Considerações Finais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Claro que cumprir a Verdadeira Vontade não significa que você trará sempre o bem ao mundo, como nós veremos no mapa de [[Adolf Hitler]] dia 20 agora… O Mapa diz apenas suas melhores capacidades; COMO você irá direcioná-las é um problema de Livre arbítrio seu. O papa é um líder espiritual de massa? SIM, SEM DÚVIDA NENHUMA. Ele ajuda a manter as pessoas acorrentadas no catolicismo? Com maestria.&lt;br /&gt;
Uma entidade me disse certa vez que “não existe bem ou mal, existe o que nós queremos e o que eles querem”. E não há como negar que o papa não está lá à toa. Ratzinger possui um perfil moldado para ser líder espiritual de mão de ferro (interessante compará-lo com o Mapa do Chico Xavier que nunca sequer cogitou em ser líder espiritual de ninguém… a diferença, especialmente vênus no quesito touro/bens materiais).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:Astrologia]],[[category:Mapa Astral]],[[category:Papas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=O_Incenso_de_Ketoret&amp;diff=5748</id>
		<title>O Incenso de Ketoret</title>
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		<updated>2010-11-03T17:21:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ozolio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Traduzido por Gabriela Ayres:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[image:10-04-15-Incenso-Ketoret.jpg|400px|right|thumb|Ketoret]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em março de 1988 foi encontrado em uma caverna de [[Qumran]], uma pequena jarra que continha um oléo avermelhado. Acredita-se que é a única amostra sobrevivente de um óleo balsâmico, descrito na [[Toráh]] para ungir o [[Mishkan]] (Tabernáculo) e seus vasos, assim como os [[Kohanim]], sacerdotes e reis de Israel. O óleo – quando foi encontrado – tinha uma consistência como o mel. A jarra em que o encontraram, estava embrulhada em folhas de palmeiras, cuidadosamente dobradas e preservadas em um poço com profundidade suficiente para evitar que se desperdiçasse devido às intempéries do tempo externo da zona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro anos depois, descobriram 600 quilos de uma substância orgânica avermelhada dentro de um silo, construído com rochas, em outra parte do complexo de Qumran. Uma série de análises determinaram que a dita sustância avermelhada continha pelo menos oito das onze espécies que eram utilizadas em [[Pitum haQetoret]] (mistura de incenso) e oferecidas no Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos mais tarde, foi apresentado uma amostra perante dois rabinos que a deram à seus próprios profissionais químicos para analisar a qualidade orgânica, e sugeriram que se queimasse uma porção dessa mistura com propósitos científicos (para tal, utilizaram ácido cloridrico e fogo). Também foi sugerido que a queimasse junto com outras duas espécies que se escontraram no outro lado da caverna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados foram assombrosos. Se por um lado, as espécies haviam perdido algum traço da sua potência ao longo dos milênios desde seu enterro, por outro ainda eram poderosas. O resíduo da fragrância permaneceu nos arredores por inúmeros dias depois da experiência. Muitas pessoas informaram que seus cabelos e roupas consevaram o mesmo perfume. Ainda mais assombroso, a área onde foram queimadas as espécies, mudou radicalmente já que estava infestada durante meses, com formigas, mosquitos e outros insetos, que logo depois da experiência do incenso, desapareceram magicamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de Ketoret, nenhum inseto foi visto por um bom tempo. Isto traz lembrança da [[Mishná]] em [[Avot]] 5:5 ([[Talmude]]) que diz que não havia moscas na área do Templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder e efeito prolongado do Ketoret estão também escritos no Talmude [[Yoma]] 39b, que as cabras em Jericó (ao norte de Qumrán) espirravam ao sentir o cheiro do Ketoret, e as mulheres não precisavam se perfumar. Em Jerusalém as noivas não precisavam usar seu perfumeiro (um pingente com misturas de ervas) em virtude do dulcíssimo e onipresente cheiro do Ketoret.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Ketoret e a Bíblia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Talmude ([[Arajin]] 16ª) está escrito que em [[Beit haMikdash]] (Templo), o [[Mishkán]] (Tabernáculo) assim como os vasos sagrados, o [[Aron Hakodesh]] (Arca sagrada), a [[Menoráh]] (o candelabro), o [[Mizbeaj haKetoret]] (Altar do Incenso), as roupas do [[Cohen Hagadol]] (Sumo Sacerdote), as cinzas dos sacríficios, etc., não eram só arterfatos físicos, mas sim, representavam níveis espirituais para estar mais perto de Deus. O mesmo acontece com o Óleo (Shemen) e o Ketoret.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da leitura de [[Exôdo]] 30, podemos destacar que o óleo da unção e o Ketoret estão muito ligados um ao outro, já que contêm várias especiarias iguais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa que podemos destacar é que ambos são muito sagrados. Sagrado em Hebreu se diz Kodesh, quando algo é Kodesh se deve afastar-se e ser mantido separado, adquirindo por tanto o poder de santificar e elevar tudo ao redor (Shabat Hakodesh, Torat Hakodesh, lashon Hakodesh, Ierushalaim Ir Hakodesh, etc.).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da [[Kabbalah]], podemos dizer que o incenso consistía em dez perfumes ou especiarias com uma agradável fragância, e uma especiaria a mais, [[Jelbená]] (gálbano), com un cheiro horrível. Essas espécies eram misturadas para serem usadas no Templo. Como as onze especiarias representavam as dez, mais uma sefirot (ou originária) da Árvore da Vida do Universo de Tohu (caos), se diz entre tanto que representam a completa retificação do mal. Isto é indicado pela junção da 11ª especiaria, gálbano, que faz menção a elevação do mal retornando ao reino sagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Talmude (Shabat 89ª) ensina que [[Moisés]] foi instruído sobre o mistério do incenso pelo Anjo da Morte (o Anjo da Morte revelou a Moisés que o Ketoret tem poder de anular um decreto maligno, ainda que fosse o da morte).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que o Ketoret supera a maldade da morte? De onde sai o seu poder? Obtêm-se do fato da pulverização das especiarias se assemelharem ao rompimento da morte das sefirot originais. As sefirot originais dão luz com uma pequena porção de escuridão. A escuridão não poderia se manifestar como “mal” integro até que a luz fosse “pulverizada”. O rompimento da luz se demomina morte e escuridão. Mas o Ketoret, na precisa forma que está, e especialmente pelo número e natureza dos seus ingredientes tem o poder de sobrepôr-se a morte e a escuridão, e tranformar completamente o mal, tanto em nós e no mundo, no bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Jelbená==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O incenso consistia em dez especiarias, ou perfumes, com boas fragrâncias e uma 11ª, gálbano, com um cheiro horrível que se refere a elevação do mal no reino sagrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interesante observar que o jelbená, uma das quatro especiarias mais importantes do Ketoret, descrita no Toráh, corresponde a nada mais nada menos que o carbono, ao carbono animal, um dos quatro elementos primários encontrados no Universo, que junto com o oxigênio eram essenciais para manter a vida!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando com a idéia das dez fragrancias especiais e uma desagradável, o Talmude diz: ([[Keritot]] 6b): Todo jejum coletivo que não inclua os pecadores de [[Israel]], não é jejum”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto tem a ver com o fato de que o incenso tinha jelbená. Assim como o jelbená, era preciso que o incenso adquirisse esse aroma, uma congregação não está completa sem alguém que tenha errado e queira redimir-se através do arrependimento. Em particular quando um castigo era decretado contra Israel devido a alguma má ação, este mesmo mal deve ser elevado. Entre tanto, a idéia de trasformar o mal, o elevando novamente a sua fonte no sagrado está incorporanda no incenso. É por essa razão, que todo jejum coletivo deve incluir os pecadores de Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Toráh menciona quatro especiarias fundamentais para o Ketoret: [[Bálsamo]], [[Estacte]], [[Egálbano]] e [[Frankincenso]] puro. É somente através da trasmissão oral que conhecemos as outras sete, somando um total de onze. Os sábios, tentam nos explicar, de que maneira se menciona na Toráh, repetindo duas vezes, a palavra “samim”, ou especiarias. A Toráh não especifica quais eram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Talmude mais uma vez explica as propriedades do Keroret==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Keritot 6ª: “De que era composto o Ketoret? Continha 368 maneh (medidas). 365 correspondiam ao número de dias do ano solar, uma medida por dia: meia pela manhã e meia a noite. As outras três são aquelas que o Cohen Hagadol (Sumo Sacerdote) traria (ao [[Sancta Sanctorum]]) como dobro da porção no “[[Iom Kipur]]”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma súplica, dizendo que nossa oferta seja agradável e aceitável a Deus. O Ketoret tem o poder de anular os efeitos do [[Lashon Hará]] (palavras torpes, fofocas, insultos, ofensas verbais, literalmente, a “lingua afiada”). Aqui devemos frisar que a Toráh e a súplica são a forma mais poderosa de utilização da linguagem para o bem. Às vezes, é muito fácil dizer palavras, aquelas que não são nossas e acostumamos repeti-las a ponto de perderem a profundidade e o significado. Mas o segredo da verdadeira súplica é nos colocarmos atrás das palavras, de convertê-las em ações, especialmente aquelas que foram pronunciadas para purificar durante milênios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[category:Blogs]],[[category:kabbalah]],&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ozolio</name></author>
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