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	<title>Ísis - Revision history</title>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=%C3%8Dsis&amp;diff=8553&amp;oldid=prev</id>
		<title>Franciscog at 23:49, 30 November 2010</title>
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		<author><name>Franciscog</name></author>
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		<title>Franciscog: Created page with &#039;Na continuidade, queremos reproduzir uma oração à deusa egípcia Isis, esposa de Osíris, associada à primeira iniciação, lunar, enquanto seu parceiro se encontra vinculado…&#039;</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;#039;Na continuidade, queremos reproduzir uma oração à deusa egípcia Isis, esposa de Osíris, associada à primeira iniciação, lunar, enquanto seu parceiro se encontra vinculado…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Na continuidade, queremos reproduzir uma oração à deusa egípcia Isis, esposa de Osíris, associada à primeira iniciação, lunar, enquanto seu parceiro se encontra vinculado com a segunda iniciação, solar, e ambos os dois se acham conjugados na terceira e última iniciação, a polar, que faz possível a realização do supracósmico, do não humano. Apuleio a inclui em sua obra “As Metamorfoses” (ou O Asno de Ouro, século II d.C.) onde nos dá notícias de que este antigo mito egípcio sobrevivia incólume na Roma de seu tempo. Esta invocação é pronunciada uma vez que se efetua o descenso aos infernos, onde se percebe diretamente e de modo potencial tudo o que seguirá, do qual este descenso é só uma prova. Lembremos por último a vinculação da deusa Isis com o arcano do Tarot, chamado “A Papisa” ou “A Sacerdotisa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Tu, em verdade santa, perpétua protetora do gênero humano, sempre generosa em favorecer os mortais, Tu tens pelas tribulações dos desafortunados um doce afeto de mãe. Não há um dia, uma noite, nem sequer um pequeno instante que passe, sem que hajas prodigalizado teus benefícios, sem que hajas protegido os homens na terra e no mar, sem ter alongado tua salvadora mão, após afastar os embates da vida. E com essa mão desfazes a inextricável e retorcida urdidura da Fatalidade, aplacas as tempestades da Fortuna e neutralizas a influência funesta dos astros. Veneram-te as divindades do céu, respeitam-te as do inferno; Tu dás o movimento de rotação ao mundo; ao Sol, tua luz; ao mundo, tuas leis, com teus pés pisas o Tártaro. A ti respondem os astros; por ti voltam as estações, alegram-se os deuses, mostram-se dóceis os elementos. A uma indicação tua sopram os ventos, incham-se as nuvens, germinam as sementes, crescem os germes. Temem a tua majestade os pássaros que cruzam os céus, os animais selvagens que vão errantes pelos morros, as serpentes que se ocultam sob terra, os monstros do oceano. Mas eu possuo um pobre talento para cantar teus louvores, e um reduzido patrimônio para oferecer-te dignos sacrifícios; não possuo a facúndia necessária para expressar os sentimentos que me inspira tua majestade; não possuo nem mil bocas, outras tantas línguas, nem um inesgotável manancial de infatigáveis palavras, mas terei sempre diante de minha imaginação, guardando-os no mais recôndito de meu coração, teu rosto divino e teu santíssimo númen.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isis é associada ao princípio feminino (e, portanto, vinculada à Terra e à Lua), presente em todas as coisas, e se manifesta com as roupagens da energia passiva, imanente e potencial. Diz-nos Plutarco num dos títulos de seu “Ethika”: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Isis é, pois, a natureza considerada como mulher e apta para receber toda geração. Este é o sentido em que Platão a chama ‘Nodriza’ e ‘Aquela que a tudo contém’. A maior parte a chama ‘Deusa de infinitos nomes’, porque a divina Razão a conduz a receber toda espécie de formas e aparências. Sente amor inato pelo primeiro princípio, pelo princípio que exerce, sobre todo supremo poder, e que é idêntico ao princípio do bem; deseja-o, persegue-o, fugindo e rejeitando toda participação com o princípio do mal. Ainda que seja tanto para um como para o outro matéria e habitáculo, inclina-se sempre voluntariamente para o melhor princípio; a ele se oferece para que a fecunde, para que semeie em seu seio o que dele emana e o semelhante a ele. Regozija-se ao receber estes germes e treme de alegria quando se sente prenhe e cheia de germes produtores. Efetivamente, toda geração é imagem na matéria da substância fecundante, e a criatura se produz a imitação do ser que lhe deu a vida.”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Franciscog</name></author>
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