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	<title>A Via Simbólica - Revision history</title>
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		<title>Saulobeer at 15:10, 27 October 2010</title>
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		<updated>2010-10-27T15:10:28Z</updated>

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		<author><name>Saulobeer</name></author>
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		<title>Saulobeer: Created page with &#039;O símbolo é a pegada (ou o gesto) visível de uma realidade invisível ou oculta. É a manifestação de uma idéia que assim se expressa a nível sensível e se faz apta para …&#039;</title>
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		<updated>2010-10-27T14:52:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;#039;O símbolo é a pegada (ou o gesto) visível de uma realidade invisível ou oculta. É a manifestação de uma idéia que assim se expressa a nível sensível e se faz apta para …&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;O símbolo é a pegada (ou o gesto) visível de uma realidade invisível ou oculta. É a manifestação de uma idéia que assim se expressa a nível sensível e se faz apta para o entendimento. Num sentido amplo, toda a manifestação, toda a criação, é simbólica, como cada gesto é um rito, seja isto ou não evidente, pois constitui um sinal significativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo nomeia as coisas e é uno com elas, não as interpreta nem define. Em verdade, a definição é ocidental e moderna (ainda que nasça na Grécia clássica) e poderia ser considerada como a porta à classificação posterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo não é só visual, pode ser auditivo, como é o caso do mito e da lenda, ou absolutamente plástico e quase inapreensível como sucede com certas imagens fugazes que, no entanto, marcam-nos. Na época atual, costuma-se-lhe associar mais com o visual, porque a vista fixa e cristaliza imagens em relação com estes momentos históricos de solidificação e anquilosamento mais ligados ao espacial que ao temporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O símbolo é o intermediário entre duas realidades, uma conhecida e outra desconhecida e, portanto, o veículo na busca do Ser, através do Conhecimento. Dali que os distintos símbolos sagrados das diferentes tradições (e por certo também os símbolos naturais) se entreteçam e se vinculem entre si constituindo uma Via Simbólica para a realização interior, a saber: para o Conhecimento, ou seja, o Ser, dada a identidade entre o que o homem é e o que conhece. O mesmo é válido para os ritos que promove este manual, começando pelo estudo e a meditação e seguindo por todos os exercícios práticos. Por isso é necessário que o leitor tenha uma visão o suficientemente clara da Cosmogonia, arquitetura do universo reproduzida no homem, para utilizar o modelo da [[Árvore da Vida]], chamado também Sefirótico, localizar-se e transcendê-lo, mediante a aceitação de uma Ordem capaz de nos mostrar o que está mais além dele. Estamos nos referindo à mobilização de todo nosso ser que os símbolos, como intermediários, procuram, à viagem ou navegação pelas sutis entretelas da consciência, à surpresa de perceber mundos novos que permaneciam invisíveis e, no entanto, são-nos familiares, feitos todos estes que balizam o processo mágico de Iniciação, caracterizado pelos graus de Conhecimento de outras realidades espaço temporais, ou melhor, de outra forma de perceber a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O metafísico, essa região desconhecida e misteriosa, manifesta-se no mundo sensível por intermediação do símbolo. Graças a este, é possível o Conhecimento para o ser humano; imagens e símbolos nos permitem tomar consciência do mundo que nos rodeia, do que este significa e de nós mesmos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Saulobeer</name></author>
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