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	<title>II – Direito de Propriedade – Roubo - Revision history</title>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=II_%E2%80%93_Direito_de_Propriedade_%E2%80%93_Roubo&amp;diff=8602&amp;oldid=prev</id>
		<title>Victorgodoi at 01:17, 3 December 2010</title>
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		<updated>2010-12-03T01:17:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Revision as of 22:17, 2 December 2010&lt;/td&gt;
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		<author><name>Victorgodoi</name></author>
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		<id>https://wiki.deldebbio.com.br/index.php?title=II_%E2%80%93_Direito_de_Propriedade_%E2%80%93_Roubo&amp;diff=8597&amp;oldid=prev</id>
		<title>Victorgodoi: Created page with &#039;==  880. Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem? ==  — O de viver. É por isso que ninguém tem o direito de atentar contra a vida do semelhante ou fazer qua…&#039;</title>
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		<updated>2010-12-03T00:49:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;#039;==  880. Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem? ==  — O de viver. É por isso que ninguém tem o direito de atentar contra a vida do semelhante ou fazer qua…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;==  880. Qual é o primeiro de todos os direitos naturais do homem? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— O de viver. É por isso que ninguém tem o direito de atentar contra a vida do semelhante ou fazer qualquer coisa que possa comprometer a sua existência corpórea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 881. O direito de viver confere ao homem o direito de ajuntar o que  necessita para viver e repousar, quando não mais puder trabalhar? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, mas deve fazê-lo em família, como a abelha, através de um trabalho honesto, e não ajuntar como um egoísta. Alguns animais lhe dão o  exemplo dessa previdência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==  882.0 homem tem o direito de defender aquilo que ajuntou pelo trabalho? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Deus não disse: “Não roubarás”; e Jesus: “Dai a César o que é de  César”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Comentário de Kardec:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; &amp;#039;&amp;#039;Aquilo que o homem ajunta por um trabalho honesto é uma propriedade legítima, que ele tem o direito de defender. Porque a propriedade que é fruto do trabalho constitui um direito natural, tão sagrado como o de trabalhar e viver.&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==  883. O desejo de possuir é natural? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sim, mas quando o homem só deseja para si e para sua satisfação  pessoal, é egoísmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 883 – a) Entretanto, não será legítimo o desejo de possuir, pois o que tem com o que viver não se torna carga para ninguém? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Há homens insaciáveis que acumulam sem proveito para ninguém ou apenas para satisfazer as suas paixões. Acreditas que isso seja aprovado  por Deus ? Aquele que ajunta pelo seu trabalho, com a intenção de auxiliar o seu semelhante, pratica a lei de «mor e caridade e seu trabalho é abençoado por Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 884. Qual é o caráter da propriedade legítima? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Só há uma propriedade legítima: a que foi adquirida sem prejuízo pura os outros. (Ver item 808.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Comentário de Kardec:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; &amp;#039;&amp;#039;A lei de amor e justiça proíbe que se faça a outro o que não queremos que nos seja feito, e condena, por esse mesmo princípio, todo meio de adquirir que o contrarie.&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== 885. O direito de propriedade é sem limites? ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
— Sem dúvida, tudo o que é legitimamente adquirido é uma propriedade, mas, como já dissemos, a legislação humana é imperfeita e consagra freqüentemente direitos convencionais que a justiça natural reprova. É por isso que os homens reformam suas leis à medida que o progresso se realiza e que eles compreendem melhor a justiça. O que num século parece perfeito, no século seguinte se apresenta como bárbaro. (Ver item 795.)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Victorgodoi</name></author>
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