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	<title>O Símbolo da Esvástica - Revision history</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;#039;Entre as representações simbólicas do &lt;a href=&quot;/index.php?title=Centro_do_Mundo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Centro do Mundo (page does not exist)&quot;&gt;Centro do Mundo&lt;/a&gt;, a da &lt;a href=&quot;/index.php?title=Esv%C3%A1stica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Esvástica (page does not exist)&quot;&gt;Esvástica&lt;/a&gt; tem que ser especialmente destacada, pois além de ser um equivalente do símbolo da cruz e da r…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;Entre as representações simbólicas do [[Centro do Mundo]], a da [[Esvástica]] tem que ser especialmente destacada, pois além de ser um equivalente do símbolo da cruz e da roda, e participar, portanto, de suas significações gerais, nela aparecem outras variantes que nos confirmarão na certeza de que os símbolos constituem autênticos veículos do Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por se encontrar na arte de todos os povos tradicionais desde a mais remota Antigüidade, a esvástica é um dos símbolos que remetem diretamente à Tradição hiperbórea ou primordial. Ela é, efetivamente, uma cruz, só que a essa cruz se lhe adicionam quatro linhas em seus extremos, formando assim outros tantos ângulos retos ou esquadrias, de tal maneira que ditas linhas sugerem ou levam implícito o movimento de giro em torno a seu centro, gerando assim à circunferência. Agora bem, devido a que essa circunferência (que, recordemos, simboliza a manifestação universal) não está figurada de forma expressa na esvástica, esta, mais do que um símbolo do cosmos, aparece como um símbolo da ação vivificante que sobre ele exerce o Princípio, considerado como o autêntico “Motor imóvel”. Efetivamente, o mais importante na esvástica é o ponto fixo, símbolo do Centro, o qual permanece inalterável e imutável, e no entanto é o que transmite sua energia à Roda Cósmica, gerando-a e dando a vida a todas as coisas, seres e mundos contidos nela, os quais depois de cumprir o desenvolvimento completo de todas suas possibilidades retornam novamente a ele. Como se vê, estas significações não têm absolutamente nenhuma relação com o uso político que se fez deste símbolo nos tempos modernos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicionaremos que, aos quatro ângulos ou esquadrias da esvástica, também podemos observá-los nas quatro posições cardeais que a constelação da [[Ursa Maior]] descreve em seu ciclo diário em torno da estrela polar, a qual, devido à posição central que ocupa no céu –pois todos os corpos estelares rotacionam a seu redor– se considerou efetivamente como a morada simbólica do Princípio, também chamado a [[Grande Unidade]] em outras tradições. Em nosso modelo da [[Árvore Sefirótica]], a estrela polar se corresponde com [[Kether]], como já sabemos (ver capítulo N.º 18), e não deixa de ser interessante recordar a este respeito que no [[Zohar]] a Ursa Maior recebe o nome de Balança (também na antiga tradição Chinesa recebia este nome), adicionando que esta se acha “suspensa num lugar que não existe”, o que equivale a dizer no imanifestado, que é onde reside verdadeiramente o equilíbrio e harmonia de toda a manifestação. Na tradição indiana, ademais, a esvástica aparece como um dos signos distintivos dos brahmanes, e de fato nessa mesma tradição se afirma que as sete estrelas que compõem aquela constelação representam a cada um dos sábios (chamados [[Rishis]]) que transmitem o Conhecimento de um ciclo a outro da humanidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Blogs]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Birimbeto</name></author>
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