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	<title>VII – Conhecimento do Futuro - Revision history</title>
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	<updated>2026-10-24T11:55:52Z</updated>
	<subtitle>Revision history for this page on the wiki</subtitle>
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		<title>Natallitami: Created page with &#039;==868. O futuro pode ser revelado ao homem?== — Em princípio, o futuro lhe é oculto e só em casos raros e excepcionais Deus lhe permite a sua revelação.  ==869. Com que fi…&#039;</title>
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		<updated>2010-12-15T02:31:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Created page with &amp;#039;==868. O futuro pode ser revelado ao homem?== — Em princípio, o futuro lhe é oculto e só em casos raros e excepcionais Deus lhe permite a sua revelação.  ==869. Com que fi…&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;New page&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;==868. O futuro pode ser revelado ao homem?==&lt;br /&gt;
— Em princípio, o futuro lhe é oculto e só em casos raros e excepcionais Deus lhe permite a sua revelação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==869. Com que fim o futuro é oculto ao homem?==&lt;br /&gt;
— Se o homem conhecesse o futuro, negligenciaria o presente e não agiria com a mesma liberdade de agora, pois seria dominado pelo pensamento de que, se alguma coisa deve acontecer, não adianta ocupar-se dela, ou então procuraria impedi-la. Deus não quis que assim fosse, afim de que cada um pudesse concorrer para a realização das coisas, mesmo daquelas a que desejaria opor-se. Assim é que tu mesmo, sem o saber, quase sempre preparas os acontecimentos que sobrevirão no curso da tua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==870. Mas se é útil que o futuro permaneça oculto, por que Deus permite, às vezes, a sua revelação?==&lt;br /&gt;
— E quando esse acontecimento antecipado deve facilitar o cumprimento das coisas, em vez de embaraçá-lo, levando o homem a agir dessa maneira diferente do que o faria se não o tivesse. Além disso, muitas vezes é uma prova. A perspectiva de um acontecimento pode despertar pensamentos que sejam mais ou menos bons: se um homem souber, por exemplo, que obterá uma fortuna com a qual não contava, poderá ser tomado pelo sentimento de cupidez, pela alegria de aumentar os seus gozos terrenos, pelo desejo de a obter mais cedo, aspirando pela morte daquele que lha deve deixar, ou então essa perspectiva despertará nele bons sentimentos e pensamentos generosos. Se a previsão não se realizar, será outra prova: a da maneira por que suportará a decepção. Mas não deixará por isso de ter um mérito ou demérito dos pensamentos bons ou maus que a crença mi previsão lhe provocou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==871. Desde que Deus tudo sabe, também sabe se um homem deve ou   não sucumbir numa prova. Nesse caso, qual a necessidade da prova, que nada pode revelar a Deus sobre aquele homem?==&lt;br /&gt;
— Tanto valeria perguntar por que Deus não fez o homem perfeito e realizado (item 119), por que o homem passa pela infância, antes de checar a idade madura (item 379). A prova não tem por fim esclarecer a Deus sobre o mérito do homem, porque Deus sabe perfeitamente o que ele vale mas deixarão homem toda a responsabilidade da sua ação, uma vez que ele tem a liberdade de fazer ou não fazer. Podendo o homem escolher entre o bem e o mal, aprova tem por fim colocá-lo ante a tentação do mal, deixando-lhe todo o mérito da resistência. Ora, não obstante Deus saiba muito bem com antecedência, se ele vencerá ou fracassará, não pode puni-lo nem recompensá-lo, na sua Justiça, por um ato que ele não tenha praticado. (Ver item 258 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Comentário de Kardec:&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; É assim entre os homens. Por mais capaz que seja um aspirante por mais certeza que se tenha de seu triunfo, não se lhe concede nenhum grau sem exame o que quer dizer sem prova. Da mesma maneira, um juiz não condena um acusado senão pela prova de um ato consumado, e não pela previsão de que ele pode ou deve praticar esse ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais se reflete sobre as considerações que teria para o homem o conhecimento do futuro, mais se vê como a Providência foi sábia ao ocultá-lo A  certeza de um acontecimento feliz o atiraria na inação; a de um acontecimento desgraçado, no desânimo; e num caso como no outro suas forcas seriam paralisadas. Eis porque o futuro não é mostrado ao homem senão como um alvo que ele deve atingir pelos seus esforços, mas sem conhecer as vicissitudes por que deve passar para atingi-lo. O conhecimento de todos os incidentes da rota lhe tiraria a iniciativa e o uso do livre-arbítrio; ele se deixaria arrastar pelo declive fatal dos acontecimentos sem exercitar as suas faculdades. Quando o sucesso de uma coisa está assegurado ninguém mais se preocupa com ela.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natallitami</name></author>
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